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Judiciária realiza buscas a bancos. Montepio é um dos alvos

Judiciária realiza buscas a bancos. Montepio é um dos alvos

Miguel Silva Jornal i 16/01/2020 13:14

Banco Montepio já reagiu em comunicado.

A Polícia Judiciária (PJ) está a proceder, esta quinta-feira, a uma operação de buscas a bancos, em causa está a prática de crimes de burla qualificada, branqueamento e fraude fiscal qualificada.

“Estão a ser levadas a efeito, esta quinta-feira, várias diligências para cumprimento de 15 (quinze) mandados de busca e apreensão, em Instituições Bancárias, na sede social de uma associação, em domicílios e em sedes de empresas”, lê-se no comunicado conjunto da Polícia Judiciária e do Ministério Público.

“Além de outros, factos suscetíveis de enquadrar a prática de crimes de burla qualificada, branqueamento e fraude fiscal qualificada”, refere ainda aquela autoridade.

No comunicado é explicado que a operação incide “sobre um conjunto de clientes de instituições financeiras e de entidades suas detentoras, com o propósito de recolha de prova relativamente a operações bancárias realizadas por clientes entre 2011 e 2014, bem como documentação relacionada com estas operações”.

Um dos alvos é a Associação Mutualista Montepio, que confirmou a realização de buscas nas suas instalações.

"O Banco Montepio informa que se realizaram esta quinta-feira, dia 16 de janeiro, buscas nas instalações. Mais se informa que, conforme o teor do comunicado publicado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), se trata de diligências a propósito de operações de clientes, que reportam a factos ocorridos entre os anos 2011 e 2014", lê-se no documento

"A instituição cumpre escrupulosamente os seus deveres de colaboração com as autoridades", acrescentou a Associação Mutualista.

A operação está a cargo da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária e por peritos e consultores da Administração Tributária e do Banco de Portugal.

As referidas diligências estão a ser “presididas por quatro juízes do TIC de Lisboa e Amadora, acompanhadas por quatro Procuradores da República do DIAP de Lisboa, 90 elementos da Polícia Judiciária, quatro elementos da Autoridade Tributária e seis elementos do Banco de Portugal”, lê-se ainda no comunicado.

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