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Smart School. O poder da tecnologia promete revolucionar as escolas

Smart School. O poder da tecnologia promete revolucionar as escolas

Bruno Gonçalves João Amaral Santos 13/01/2020 10:01

Projeto que envolve Enercoutim e Resilient Energy procura adequar ambiente em sala de aula para melhorar performance dos alunos.

A escola do futuro tem vindo a ser desenhada a partir de Portugal, através do desenvolvimento de uma tecnologia avançada que, em breve, vai permitir aumentar a eficiência das infraestruturas escolares, mas também a própria performance quotidiana de professores e alunos.

O projeto, que envolve a Enercoutim – Associação Empresarial de Energia Solar de Alcoutim e a Resilient Energy, tem em marcha uma poderosa ferramenta de armazenamento e análise de dados, a partir dos quais será possível definir todo o funcionamento das escolas, incluindo as opções educacionais mais adequadas para os alunos. Esta tecnologia visa identificar, de forma dinâmica, todos os valores de ruído, luminosidade, humidade, temperatura e qualidade do ar, permitindo avaliar, em tempo útil, quais as condições reais em sala de aula. Através de um alargado conjunto de informações, será possível fazer o retrato completo de determinado espaço e compreender como verdadeiramente funciona ou está a ser usado.

A partir do equilíbrio de todos os parâmetros mencionados, será possível antever o comportamento geral de uma turma, como os valores associados às capacidades de concentração e apreensão de conhecimentos por parte dos alunos. O objetivo passará, por um lado, por garantir um constante ambiente interno de conforto, potenciando o rendimento escolar ou, em alternativa, pela tomada de opções adequadas para corrigir cada situação. A título de exemplo, uma análise feita ao volume de ruído numa sala de aula ao longo de uma semana permitirá, a partir de um sumário final, perceber se os alunos estão ou não motivados para realizar trabalhos, na escola ou em casa, no decorrer da semana seguinte.

A tecnologia associada a este projeto de smart school inclui igualmente uma vertente mais comum, que garante uma maior eficiência energética dos edifícios (através da gestão do consumo), as carências de alteração ou renovação dos espaços e a melhoria e conservação da qualidade do ar.

Este projeto, com assinatura portuguesa da Enercoutim e da Resilient Energy, surge como exemplo dos desafios em torno do tema das alterações climáticas e da crescente necessidade de adaptação às novas ferramentas e soluções tecnológicas, num processo de agregação de dados, capaz de autocapacitar as organizações de meios suficientes para melhorar a eficiência dos seus serviços, prestados às respetivas comunidades.

 

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