26/4/17
 
 
António Ribeiro Ferreira 06/03/2017
António Ribeiro Ferreira
Opiniao

antonio.ferreira@newsplex.pt

A América está com Trump

Depois de um mês de mentiras, campanhas e difamações, a CNN – Clinton News Network, a BBC – British Broadcasting Clinton, o “New York Lies” e o “Washington Dumb” engoliram sem água mais um notável discurso do presidente dos EUA

O carnaval político nacional continua muito ativo com as matrafonas do costume, de Costa a Marcelo, a darem espetáculo com as offshores dos 10 mil milhões plantadas nos desfiles para esconderem os sms do Centeno e a lista de ladrões da CGD.

O espetáculo é triste, tão triste como o que se tem passado nos Estados Unidos no primeiro mês de Trump na Casa Branca. As mentiras diárias, as polémicas inventadas, o caos que não é caos na transição, apenas medo e desespero pelas mudanças que estão a acontecer em Washington e no país, os insultos, as insinuações sobre a saúde mental do presidente, as fake news plantadas por gente democrata que ainda não engoliu a derrota de novembro, a arrogância de uma esquerda estúpida que se julga muito superior e inteligente têm sido manifestamente insuficientes para travar Trump e o seu programa para que a América volte a ser grande outra vez.

Nesta imensa campanha suja destacam-se, naturalmente, a CNN – Clinton News Network, a BBC – British Broadcasting Clinton, o “New York Lies” e o “Washington Dumb”, entre outros grandes meios de comunicação social. Como mentem tanto, alguns andam mesmo de mão estendida a pedir socorro a outros desgraçados que olham para o presente e futuro dos EUA com muito medo.

E têm razão. Com Trump na Casa Branca acabaram-se os tempos do laxismo, da desordem, da balbúrdia, da promiscuidade dos poderes instalados em Washington e dos milhões e milhões de imigrantes ilegais que não só tiram o emprego a cidadãos legais que pagam impostos como lhes baixam os salários. A guerra que Trump declarou a uma certa imprensa é uma guerra da verdade contra a mentira, da coragem contra a cobardia, da frontalidade contra a venalidade e a corrupção.

Triste, lamentável mesmo, é a forma como a imprensa portuguesa segue como carneirada os mentirosos do outro lado do Atlântico. São os Ecos de Aljustrel, do grande Eça de Queirós, cujo diretor, a espumar de fúria quando Bismarck invadiu a França, ameaçou com veemência: “Deixem estar que amanhã já dou cabo dele nos Ecos”.

Mentirosos, ranhosos sem qualificação que se masturbam com gracinhas, polémicas e gritinhos de indignação. Agora que segue em frente, imparável no cumprimento do seu programa eleitoral, o presidente dos EUA marcou pontos com o seu notável discurso no Capitólio, aplaudido de pé pelos republicanos e ouvido pelos ridículos democratas vestidos de branco.

Um discurso que 76% dos americanos aplaudiram contra 24% que não gostaram, um discurso que deixou mais otimistas 83% dos republicanos e 24% dos democratas, um discurso que 40% dos democratas acharam bom e 18% muito bom. Não, não é uma sondagem da Fox News, é uma sondagem da CBS, uma das televisões mais ativas no combate a Trump.

E como a comunicação social lusitana é o que é, importa, para memória futura, lembrar um dos grandes desígnios de Trump para a América do presente e do futuro: “A partir de agora, a América vai ser fortalecida pelas nossas aspirações, não sobrecarregada pelos nossos medos – inspirada pelo futuro e não ligada aos fracassos do passado –, e guiada pela nossa visão e não cega pelas nossas dúvidas. Peço a todos os cidadãos para abraçarem esta renovação do espírito norte-americano. Peço a todos os membros do Congresso para se juntarem a mim e sonharem alto coisas audazes e ousadas para o nosso país.”

Parem, escutem e olhem para não serem atropelados pela realidade. Parem, escutem e olhem não só para os Estados Unidos como para o resto do mundo.

Olhem com muita atenção o que se está a passar na Holanda, na França e na Alemanha. Não se fiem em sondagens feitas pelo sistema sobre o sistema. Não se fiem em sondagens que apenas visam salvar o sistema da vontade popular, dos cidadãos que estão fartos da corrupção, do centrão político politicamente correto, cobarde e de cócoras perante os bárbaros muçulmanos que lhes infernizam a vida em muitas cidades europeias, das brutais cargas de impostos que servem para pagar Estados sociais que beneficiam quem não trabalha e não deixa trabalhar, que dá privilégios a gente que despreza tantas e tantas vezes a história e a cultura de quem os recebeu e alimenta a pão-de-ló.

Sondagens que só servem para torpedear a vontade popular que, como teorizam finalmente alguns idiotas do sistema, nem sempre deve ser respeitada e tida em conta.

Podem berrar contra os populismos as vezes que quiserem. Podem rasgar as vestes todas pelo sistema. O voto popular, nos EUA e na Europa, está a mostrar que o sistema e os seus capangas vão nus.

Jornalista

 

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