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Palácio Foz acolhe novo Ministério da Administração Pública

Palácio Foz acolhe novo Ministério da Administração Pública

Dreamstime Ana Petronilho 25/10/2019 09:03

É no palácio do marquês de Castelo Melhor que a ministra Alexandra Leitão vai reunir-se com os sindicatos da função pública.

O novo Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública vai funcionar no Palácio Foz, nos Restauradores, sabe o i. 

É no palácio do séc. xviii do marquês de Castelo Melhor que a ministra Alexandra Leitão e a sua equipa de três secretários de Estado vão passar a reunir com os sindicatos da Função Pública. Além dos dossiês das carreiras dos trabalhadores do Estado, a nova tutela vai gerir o Simplex e a pasta da Descentralização, cujo processo, a partir de 2021, vai transferir para as 308 autarquias responsabilidades que até aqui são do Estado central.

O próximo Governo toma posse amanhã e da equipa da ministra Alexandra Leitão faz parte a secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa, Maria de Fátima Fonseca, que até aqui era secretária de Estado da Administração Pública, sob a tutela do Ministério das Finanças. A equipa é ainda composta pelo secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, que no anterior Governo foi chefe de gabinete de Alexandra Leitão. Por fim, o ministério vai ainda tutelar o secretário de Estado da Descentralização e da Administração Local, Jorge Botelho. 

Esta não é a primeira vez que o Palácio Foz acolhe um ministério. Durante o segundo Governo de António Guterres foi também ali que funcionou o Ministério para a Igualdade, liderado por Maria de Belém. No anterior Governo de Passos Coelho foi também no Palácio da Foz que, desde 2014, decorreram as reuniões do Conselho de Concertação Territorial, do qual faziam parte o Executivo, as autarquias e as freguesias.

O palácio Foz, de D. José Vasconcelos e Veiga, foi reconstruído depois de ter ficado arrasado no terramoto de 1755, com as obras a iniciarem em 1792 e a ficarem concluídas em 1858, ou seja, 66 anos depois. Posteriormente, em 1889 o edifício foi adquirido pelo Marquês da Foz. O arquiteto é Francisco Fabri e o edifício está classificado com o estilo neoclássico.

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