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Endividamento da economia sobe 3,4 mil milhões em maio

Endividamento da economia sobe 3,4 mil milhões em maio

Jornal i 18/07/2019 11:50

Valor total fixou-se em 729,6 mil milhões de euros, revelou Banco de Portugal. Já o financiamento das administrações públicas recuou para 1,5 mil milhões de euros.

O endividamento do setor não financeiro aumentou em maio para 729,6 mil milhões de euros, o que representa uma subida de mais 3,4 mil milhões de euros face ao mês anterior. Os dados foram revelados pelo Banco de Portugal.

Do total de 729,6 mil milhões de euros registados em maio, 328,5 mil milhões de euros respeitavam ao setor público e 401,1 mil milhões de euros ao setor privado, segundo o banco central.

A subida verificada, explica, “resultou do incremento de 2,5 mil milhões de euros no endividamento do setor público e de 0,9 mil milhões de euros no endividamento do setor privado”.

No que respeita ao aumento do endividamento do setor público, o Banco de Portugal diz que “resultou, sobretudo, do acréscimo do endividamento face às administrações públicas e ao setor financeiro, que foi parcialmente compensado pela diminuição do endividamento face ao setor não residente”.

No setor privado, por seu turno, observou-se um crescimento do endividamento das empresas face ao setor financeiro (0,5 mil milhões de euros) e ao exterior (0,3 mil milhões de euros), enquanto os particulares registaram uma subida do endividamento face ao setor financeiro de 0,1 mil milhões de euros.

Financiamento do Estado desce

Já o financiamento das administrações públicas recuou para 1,5 mil milhões de euros nos primeiros cinco meses deste ano, abaixo dos 3,2 mil milhões de euros registados em igual período de 2018.

Desde o início deste ano, as administrações públicas financiaram-se no exterior e junto de residentes (exceto bancos) em 4,1 mil milhões de euros e 0,5 mil milhões de euros, respetivamente.

Em contrapartida, o financiamento das administrações públicas junto de bancos residentes foi negativo em 3,1 mil milhões de euros, refere o Banco de Portugal.

O financiamento através de títulos foi de 7,7 mil milhões, “valor que mais do que compensou o financiamento através de empréstimos líquidos de depósitos (-6,3 mil milhões)”.

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