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Empresas. Quando ser grande não impede a queda ou a falência

Empresas. Quando ser grande não impede a queda ou a falência

Jornal i 05/05/2018 17:22

Muitos exemplos mostram que ser grande não pode não ser suficiente para impedir a queda e até a falência. 

A evolução tecnológica, a concorrência que tem crescido e até casos de má gestão mudaram a dinâmica de várias empresas. Deixamos aqui alguns dos exemplos de empresas que já foram verdadeiras gigantes do seu tempo.

- A empresa de brinquedos norte-americana Toys 'R' Us apresentou, em setembro do ano passado, um pedido de insolvência devido à sua elevada dívida e às mudanças nos hábitos.

- A Kodac chegou a ser dona de 80% da venda de câmaras e cerca de 90% de rolos fotográficos. Em 2012 chegou a declarar bancarrota.

- Em 2004, nenhuma empresa do setor era capaz de competir com as mais de 9000 lojas da Blockbuster espalhadas por todo o mundo. No final de 2013, foram fechadas as últimas 300 lojas. Para esta queda muito ajudou o aparecimento de plataformas como a Netflix.

- A Pan American World Airways, por exemplo, chegou a ser a companhia mais famosa do mundo. Mas a realidade transformou-se e mudou o caminho que a companhia fez durante anos. Em 1991, o que parecia ser impossível, aconteceu: a companhia faliu. Na esperança de conseguir reviver o passado glorioso da transportadora, um grupo de interessados resgatou-a. A tentativa fracassou. A companhia voltou a renascer em 2015, pela terceira vez, mas para ser uma operadora de voos VIP.

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