O cidadão honorário


De vez em quando aparece, tal como esta semana – no verão é mais pela Costa Nova, à procura das ostras do nosso amigo Manel, que agora capitaneia o Clube de Vela –, e ficámos umas boas horas à conversa no Manjar da Helena, do Pedro Guarino, na prova do vinho que agora produz, o…


O meu irmão mais novo, Nuno Ribeiro, que o mundo conhece por Maniche, já é uma espécie de cidadão honorário do Botaréu e eu, como Judeu de Ouro da Associação dos Naturais de Águeda, ordem honorífica que prezo mais do que as comendas e bebendas que andam aí por casa, sinto-me no direito de o consagrar como tal. De vez em quando aparece, tal como esta semana – no verão é mais pela Costa Nova, à procura das ostras do nosso amigo Manel, que agora capitaneia o Clube de Vela –, e ficámos umas boas horas à conversa no Manjar da Helena, do Pedro Guarino, na prova do vinho que agora produz, o Dezoito, coisa de estalar a língua, sobretudo acompanhado por um cabrito no forno de chorar por mais. E com direito à visita do Luís Castro, preparado para regressar a Kiev.
Em Águeda come-se. Come-se a sério, muitas vezes à bruta.

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O cidadão honorário


De vez em quando aparece, tal como esta semana – no verão é mais pela Costa Nova, à procura das ostras do nosso amigo Manel, que agora capitaneia o Clube de Vela –, e ficámos umas boas horas à conversa no Manjar da Helena, do Pedro Guarino, na prova do vinho que agora produz, o…


O meu irmão mais novo, Nuno Ribeiro, que o mundo conhece por Maniche, já é uma espécie de cidadão honorário do Botaréu e eu, como Judeu de Ouro da Associação dos Naturais de Águeda, ordem honorífica que prezo mais do que as comendas e bebendas que andam aí por casa, sinto-me no direito de o consagrar como tal. De vez em quando aparece, tal como esta semana – no verão é mais pela Costa Nova, à procura das ostras do nosso amigo Manel, que agora capitaneia o Clube de Vela –, e ficámos umas boas horas à conversa no Manjar da Helena, do Pedro Guarino, na prova do vinho que agora produz, o Dezoito, coisa de estalar a língua, sobretudo acompanhado por um cabrito no forno de chorar por mais. E com direito à visita do Luís Castro, preparado para regressar a Kiev.
Em Águeda come-se. Come-se a sério, muitas vezes à bruta.

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