26/11/2022
 
 
Detidos dois palestinianos suspeitos do ataque em Elad

Detidos dois palestinianos suspeitos do ataque em Elad

Jornal i 08/05/2022 15:24

Os dois suspeitos, identificados pela polícia israelita como Assaad Yussef Al-Rifai, de 19 anos, e Sobhi Imed Abu Shukeir, de 20, suspeitos do ataque com machado, são ambos da zona de Jenin, na Cisjordânia, e estavam em fuga desde quinta-feira à noite

Os dois suspeitos palestinianos do ataque de Elad no centro de Israel que matou três israelitas na quinta-feira passada foram detidos hoje, disse a polícia israelita.

"Os dois terroristas que assassinaram três civis israelitas no ataque mortal na cidade de Elad foram detidos", disseram a polícia, o Exército e o Shin Beth, o serviço de segurança interna de Israel, num comunicado conjunto.

Os dois suspeitos, identificados pela polícia israelita como Assaad Yussef Al-Rifai, de 19 anos, e Sobhi Imed Abu Shukeir, de 20, suspeitos do ataque com machado, são ambos da zona de Jenin, na Cisjordânia, e estavam em fuga desde quinta-feira à noite.

Foram encontrados perto da cidade de Elad, diz o comunicado.

A polícia israelita tinha pedido ao público que evitasse "visitar áreas naturais perto de Elad", uma cidade de maioria judaica ultraortodoxa no centro de Israel, onde a busca estava a ser efetuada e alargada às comunidades árabes próximas da barreira de separação.

Os dois suspeitos alegadamente atravessaram ilegalmente e fizeram-se passar por trabalhadores legais em Israel.

O ataque de quinta-feira foi o sexto desde o final de março por palestinianos ou israelitas-árabes, dos quais resultaram 18 mortos, a maioria por atacantes individuais e não ligados a qualquer milícia palestiniana.

Apenas o ataque ao colonato de Ariel na Cisjordânia foi reivindicado pela ala militar do movimento islamita Hamas, que acolheu e encorajou os ataques como uma "forma de resistência contra a ocupação", em semanas marcadas pelo aumento da tensão e confrontos na Esplanada das Mesquitas de Jerusalém, sagrada para judeus e muçulmanos.

O Hamas terá ameaçado no sábado regressar aos atentados suicidas e "queimar" cidades israelitas se Israel retomar a política de assassínios seletivos de figuras superiores do Hamas.

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