Medina não é inclusivo!


A poluição na cidade de Lisboa não aumentou apenas devido aos novos engarrafamentos que as ciclovias criaram, o corte de árvores para construírem as ciclovias é outros dos crimes de que Fernando Medina é o responsável.


Inclusivo é uma palavra muito em voga hoje em dia que, na minha opinião, ao contrário daquilo que supostamente visa defender, na maioria das vezes, apenas tem servido os interesses de alguns grupos que, ao longo dos últimos anos, têm tentado impor a ditadura das minorias.

Fernando Medida é um dos mentores dessas minorias e existe uma que ele tem apoiado cegamente, nomeadamente a dos poucos ciclistas que usam as ciclovias na cidade de Lisboa, que já custaram milhões ao erário público e que, neste momento, apenas servem para provocar mais poluição, devido aos constantes engarrafamentos que passou a haver onde antes não existiam, como facilmente se comprova.

Qualquer pessoa com, pelo menos, um neurónio conseguia antecipar que construir ciclovias, mas reduzir faixas de rodagem, estacionamentos para residentes e não residentes e não criar alternativas em transportes públicos, iria provocar mais poluição dentro da cidade, mas Fernando Medida, que usa o carro e motorista da CML para se deslocar para todo lado, mais parece que não vive em Lisboa e não consegue ver nada disso.

Todavia, a poluição na cidade de Lisboa não aumentou apenas devido aos novos engarrafamentos que as ciclovias criaram, o corte de árvores para construírem as ciclovias é outros dos crimes de que Fernando Medina é o responsável.
Acredito que também não ajuda em nada os estúdios de gravação da TVI, onde ele é comentador, estarem localizados em Queluz, pois esse é, provavelmente, o sítio onde passa mais tempo, em vez de estar em Lisboa a resolver os problemas da cidade.

Essa também pode ser outra das razões pela qual o Medina considera que prejudicar a mobilidade de milhares de pessoas, que devido a falta de alternativas, são obrigadas a utilizar os próprios veículos para se deslocarem, não tem qualquer relevância e que vale a pena a Câmara gastar milhões de euros em ciclovias que apenas 0,1% de lisboetas utilizam.

Assim pergunto, alguém acredita que em Lisboa, neste momento, as ciclovias são uma verdadeira alternativa ao uso do carro particular para quem quer deslocar-se dentro da cidade e que, sem aumentar a oferta de transportes públicos, quem reside fora da cidade irá optar por passar a utilizar outro meio de transporte? Evidentemente que somente seres iluminados é que poderão pensar dessa forma.

Medina tem apoiado os desejos de uma minoria que, como em tantas outras situações, tem imposto uma ditadura contra o que a maioria da população quer e necessita, mas ele deve de pensar o seguinte: o que é que interessa o que a maioria quer, desde que continuem a ser gastos milhões em ciclovias? Com certeza que alguém ganha, e muito, com isso, mas não são os lisboetas.

Mas, existe uma minoria que, pelos vistos, é irrelevante para Medina, pelo menos comparada com os pseudo-ciclistas que exigem a todo o custo a construção dessas ciclovias, que são as pessoas com deficiência ou com mobilidade condicionada.

Com os milhões que se têm gastado nas ciclovias, já tinha sido possível ter reabilitado todos os passeios da cidade de Lisboa, para que quem anda em cadeira de rodas ou é invisual não tropece ou tenha acidentes. Com esses milhões, também tinha sido possível fazer o mesmo aos edifícios públicos ou às caixas multibanco que ainda continuam inacessíveis a todas essas pessoas.

Mas, para além disso, também teria sido possível apoiar melhor quem está em risco de perder o seu negócio e que, desde há um ano, tem sido impedido de abrir pelo nosso Governo. Pelos vistos é mais importante agradar a meia dúzia de pseudo-ciclistas e supostos amigos da natureza que dizem lutar pelo meio-ambiente, mas que vão de avião para todo lado e têm barcos para se divertirem longe das praias da “plebe”, do que ajudar quem tem dificuldades em sair de casa, atravessar a rua ou entrar num edifício público, porque quem usa as bicicletas não é o pobre, mas sim o rico que vive no condomínio de luxo dentro da cidade.

O que se passa com as ciclovias é mais ao menos o que acontece quando se apoiam refugiados que não o são e lhes oferecem casa e dinheiro sem que, inclusive, tenham de trabalhar, e deixamos portugueses passar fome ou não terem uma casa. Medina, como muita gente que se diz amiga dos pobres e oprimidos, como se vê, não é inclusivo, mas os ciclistas, pelos vistos, têm uma voz mais forte do que aqueles que efetivamente precisam do nosso apoio.

Maldita a sorte de quem nasceu deficiente ou com mobilidade condicionada e reside em Lisboa e tem um presidente da Câmara que só quer saber das ciclovias.
 

Medina não é inclusivo!


A poluição na cidade de Lisboa não aumentou apenas devido aos novos engarrafamentos que as ciclovias criaram, o corte de árvores para construírem as ciclovias é outros dos crimes de que Fernando Medina é o responsável.


Inclusivo é uma palavra muito em voga hoje em dia que, na minha opinião, ao contrário daquilo que supostamente visa defender, na maioria das vezes, apenas tem servido os interesses de alguns grupos que, ao longo dos últimos anos, têm tentado impor a ditadura das minorias.

Fernando Medida é um dos mentores dessas minorias e existe uma que ele tem apoiado cegamente, nomeadamente a dos poucos ciclistas que usam as ciclovias na cidade de Lisboa, que já custaram milhões ao erário público e que, neste momento, apenas servem para provocar mais poluição, devido aos constantes engarrafamentos que passou a haver onde antes não existiam, como facilmente se comprova.

Qualquer pessoa com, pelo menos, um neurónio conseguia antecipar que construir ciclovias, mas reduzir faixas de rodagem, estacionamentos para residentes e não residentes e não criar alternativas em transportes públicos, iria provocar mais poluição dentro da cidade, mas Fernando Medida, que usa o carro e motorista da CML para se deslocar para todo lado, mais parece que não vive em Lisboa e não consegue ver nada disso.

Todavia, a poluição na cidade de Lisboa não aumentou apenas devido aos novos engarrafamentos que as ciclovias criaram, o corte de árvores para construírem as ciclovias é outros dos crimes de que Fernando Medina é o responsável.
Acredito que também não ajuda em nada os estúdios de gravação da TVI, onde ele é comentador, estarem localizados em Queluz, pois esse é, provavelmente, o sítio onde passa mais tempo, em vez de estar em Lisboa a resolver os problemas da cidade.

Essa também pode ser outra das razões pela qual o Medina considera que prejudicar a mobilidade de milhares de pessoas, que devido a falta de alternativas, são obrigadas a utilizar os próprios veículos para se deslocarem, não tem qualquer relevância e que vale a pena a Câmara gastar milhões de euros em ciclovias que apenas 0,1% de lisboetas utilizam.

Assim pergunto, alguém acredita que em Lisboa, neste momento, as ciclovias são uma verdadeira alternativa ao uso do carro particular para quem quer deslocar-se dentro da cidade e que, sem aumentar a oferta de transportes públicos, quem reside fora da cidade irá optar por passar a utilizar outro meio de transporte? Evidentemente que somente seres iluminados é que poderão pensar dessa forma.

Medina tem apoiado os desejos de uma minoria que, como em tantas outras situações, tem imposto uma ditadura contra o que a maioria da população quer e necessita, mas ele deve de pensar o seguinte: o que é que interessa o que a maioria quer, desde que continuem a ser gastos milhões em ciclovias? Com certeza que alguém ganha, e muito, com isso, mas não são os lisboetas.

Mas, existe uma minoria que, pelos vistos, é irrelevante para Medina, pelo menos comparada com os pseudo-ciclistas que exigem a todo o custo a construção dessas ciclovias, que são as pessoas com deficiência ou com mobilidade condicionada.

Com os milhões que se têm gastado nas ciclovias, já tinha sido possível ter reabilitado todos os passeios da cidade de Lisboa, para que quem anda em cadeira de rodas ou é invisual não tropece ou tenha acidentes. Com esses milhões, também tinha sido possível fazer o mesmo aos edifícios públicos ou às caixas multibanco que ainda continuam inacessíveis a todas essas pessoas.

Mas, para além disso, também teria sido possível apoiar melhor quem está em risco de perder o seu negócio e que, desde há um ano, tem sido impedido de abrir pelo nosso Governo. Pelos vistos é mais importante agradar a meia dúzia de pseudo-ciclistas e supostos amigos da natureza que dizem lutar pelo meio-ambiente, mas que vão de avião para todo lado e têm barcos para se divertirem longe das praias da “plebe”, do que ajudar quem tem dificuldades em sair de casa, atravessar a rua ou entrar num edifício público, porque quem usa as bicicletas não é o pobre, mas sim o rico que vive no condomínio de luxo dentro da cidade.

O que se passa com as ciclovias é mais ao menos o que acontece quando se apoiam refugiados que não o são e lhes oferecem casa e dinheiro sem que, inclusive, tenham de trabalhar, e deixamos portugueses passar fome ou não terem uma casa. Medina, como muita gente que se diz amiga dos pobres e oprimidos, como se vê, não é inclusivo, mas os ciclistas, pelos vistos, têm uma voz mais forte do que aqueles que efetivamente precisam do nosso apoio.

Maldita a sorte de quem nasceu deficiente ou com mobilidade condicionada e reside em Lisboa e tem um presidente da Câmara que só quer saber das ciclovias.