Primeira definição
A EM é definida pela primeira vez como uma condição médica pelo neurologista francês Jean-Martin Charcot. A sua definição continua a ser reconhecida nos dias de hoje pelos investigadores
PAÍS EM "ALERTA LARANJA"
TEXTO | Tatiana Costa
FOTOGRAFIA | Mafalda Gomes
A EM “É UMA ROLETA RUSSA, CADA VEZ QUE TEMOS UM SURTO LÁ VAI UMA BALA QUE DESTRÓI UM BOCADINHO DE CÉREBRO”
Alexandre Guedes da Silva foi diagnosticado duas vezes de forma errada antes de saber que tinha EM
Alterações da visão e da fala
Adormecimento e arrastar de pés
Fraqueza e fadiga
Tremor das mãos e diminuição de coordenação motora
Perda de controlo urinário ou fecal
Equilíbrio ou paralisia
Distúrbios cognitivos e emocionais
Perturbações da sexualidade e da intimidade
1868
A EM é definida pela primeira vez como uma condição médica pelo neurologista francês Jean-Martin Charcot. A sua definição continua a ser reconhecida nos dias de hoje pelos investigadores
1967
Sylvia Lawry, fundadora da primeira organização mundial de EM, a Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla dos EUA, cria a Federação Internacional de Esclerose Múltipla. Hoje existem cerca de 100 organizações dedicadas a esta doença, em todo o mundo
1981
As primeiras ressonâncias magnéticas a doentes com EM permitiram aos médicos constatar os efeitos complexos da doença no cérebro. A ressonância ainda continua a ser o método preferido para a ajudar a realizar um diagnóstico e acompanhar a evolução da doença
1993
O primeiro país aprova o primeiro tratamento com influência terapêutica para a EM na sua forma de surto-remissão destinado a reduzir os surtos e a retardar a progressão da doença. Este avanço abriu caminho a mais tratamentos de grande impacto para pessoas com EM
2017
É aprovada, em vários países, a primeira terapia para a EM primária progressiva. Esta descoberta, que já era aguardada há muito tempo, constitui o primeiro passo crucial no sentido de travar a progressão da EM
