21/10/19
 
 
Felícia Cabrita

Felícia Cabrita

Sociedade

Felícia Cabrita, nada em Quarteira. Em Lisboa estudou e, ainda no liceu trocou as sebentas para ingressar no Pasquim, semanário, dizem, porque de tal nunca se apercebeu, ligado à extrema-esquerda. \r\nIngressou, em meados de 80, no mundo superior da Universidade Nova de Lisboa onde se licenciou em Línguas e Literaturas Modernas com êxito e sem mérito. Em 1989, entrou no semanário Expresso. Com vários trabalhos de investigação na carteira, foi-lhe atribuído, em 1992, a suspeita distinção de Prémio Carreira (que é quase uma certidão de óbito) Cupertino de Miranda.\r\nA jornalista também perdeu tempo com alguns livros; 'Ballet Rose' (em co-autoria com Moita Flores), 'O Olhar da Serpente' (em co-autoria com Sara Rodrigues), 'Amores de Salazar' e 'Massacres em África'. De alguns dos seus trabalhos jornalísticos, a dita, passou a séries televisivas: Ballet Rose, Capitão Roby, A Febre do Ouro Negro (série histórica sobre a II Guerra e a épica do volfrâmio), O Olhar da Serpente e A Jóia de África. \r\nHoje, continua a ter profissão de jornalista, agora, no Sol. Diz-se que é das poucas coisas que gosta de fazer apesar de, volta e meia, citar 'A Cena do Ódio': 'E vós também nojentos da Política
que explorais eleitos o Patriotismo
Macrots da Pátria que vos pariu ingénuos
e vos amortalha infames
E vós também, pindéricos jornalistas
que fazeis cócegas e outras coisas
à opinião pública'


 
 
 
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