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FC Porto SAD alcançou lucro de 35 milhões no primeiro semestre de 2023/24

FC Porto SAD alcançou lucro de 35 milhões no primeiro semestre de 2023/24

AFP Jornal i 19/02/2024 16:18

A venda de Otávio tornou-se a transação mais elevada da história da SAD.

No primeiro semestre de 2023/24, a FC Porto SAD registou um balanço líquido positivo de 25 milhões de euros (ME), contra um prejuízo de 9,891, no mesmo período de 2022/23.

Os vice campões nacionais de futebol, de acordo com o relatório e contas consolidado, e enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), registaram 108 ME, com os proveitos operacionais, excluindo os passes de jogadores. Este valor aponta uma subida de quase 5 ME face ao mesmo período do ano passado.

Num comunicado, os ‘dragões’, a dois dias de receberem o Arsenal, referem que: “Este resultado não inclui ainda os 9,6 ME relativos ao prémio de acesso aos oitavos de final da 'Champions', assegurado em dezembro último, uma vez que, dando cumprimento às normas internacionais de contabilidade, esta verba só vai ser contabilizada no terceiro trimestre deste exercício”.

Os custos operacionais, com exceção aos passes, registaram uma descida de, aproximadamente, seis ME, devido ao decréscimo das despesas com pessoal que, há um ano, tinham incluído um prémio de qualificação para a Liga dos Campões, na qualidade de campões nacionais.

Os resultados operacionais, que foram de 52 ME, devem-se, em parte, à transferência de Otávio, internacional português que rumou ao Al Nassr, em agosto de 2023, por 60 ME inerentes à cláusula de rescisão. Este valor apresenta-se acima dos 1,430 ME obtidos na primeira metade de 2022/23.

A venda de Otávio tornou-se a transação mais elevada da história da SAD.

Os resultados da cedência de passes de futebolistas, que estão estimados em 39 ME, ajudaram a FC Porto SAD a melhorar o resultado líquido consolidado negativo de 47,627 ME das contas globais da temporada passada.

Outro dado relevante é que, em 31 de dezembro de 2023, o ativo da  FC Porto SAD cresceu para 504 ME, face aos 356,292 ME contabilizados em 30 de junho, e o passivo baixou de 532,272 ME para 513 ME, com os capitais próprios negativos a baixarem de 175,980 ME para quase 8,5 ME.

Esta subida global, de 148 ME, no ativo deveu-se “principalmente devido ao incremento nos ativos fixos tangíveis”, depois do valor de mercado, do fluxo de caixa, gerado pelo Estádio do Dragão, no Porto, ter sido avaliado por parte da multinacional Crowe Advisory PT, que concedeu um montante de 279 ME ao imóvel, contra os 167 ME inicialmente registados.

A sociedade frisa que “Com o registo dos 9,6 ME pelo acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões, os capitais próprios ficariam positivos em 1,1 ME”, que projeta impactar diretamente essa rubrica no quarto e último trimestre desta temporada com 60 a 70 ME decorrentes do acordo de 15 anos assinado com a empresa norte-americana Legends.

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