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Está tudo “dentro da regularidade”, garante Montenegro

Está tudo “dentro da regularidade”, garante Montenegro

Jornal i 30/12/2023 19:05

Líder do PSD afirmou ainda estar confiante na Justiça e adiantou que não falará mais deste caso até que haja “um desfecho na Justiça”

O presidente do PSD garantiu este sábado que “tudo está dentro da regularidade” no que diz respeito à construção da sua casa de família e que convive bem com os inquéritos abertos pelo Ministério Público (MP), não se sentindo  “minimamente condicionado”. 

Luís Montenegro está a ser investigado em três inquéritos que surgiram de denúncias anónimas. Duas delas estão relacionadas com a construção da casa do presidente do PS e em causa estão alegados benefícios fiscais. 

Em conferência de imprensa, no Porto, o presidente do PSD garantiu não ter obtido qualquer benefício fiscal na construção da casa que tem em Espinho e que a abertura do inquérito pelo MP é uma oportunidade para mostrar que está inocente.

“A denúncia anónima que me traz aqui hoje é uma oportunidade para retirar de cima de mim e da minha família o peso de insinuações e calúnias que carregamos há mais de um ano”, afirmou o líder social-democrata, que garante ter tido “o mesmo tratamento que qualquer outro cidadão na mesma área”.

O presidente do PSD acrescentou não se sentir “minimamente condicionado” e que convive bem com os inquéritos abertos pelo Ministério Público sobre a construção da sua casa de família, Montenegro reiterou que “tudo está dentro da regularidade”.

O líder do PSD afirmou ainda estar confiante na Justiça e adiantou que não falará mais deste caso até que haja “um desfecho na Justiça”. Garantiu que está disponível para colaborar com a investigação e entregar toda a documentação referente àquela moradia em Espinho.

A outra denúncia está relacionada com as buscas da Operação Vórtex em janeiro deste ano, relativas a projetos imobiliários e respetivo licenciamento.

Buscas que, meses mais tarde, conduziram a uma acusação contra oito arguidos e cinco empresas, incluindo os dois ex-presidentes da Câmara de Espinho, Miguel Reis e Joaquim Pinto Moreira. Por serem recentes e devido ao excesso de trabalho do Departamento de Investigação e Ação Penal Regional do Porto, as investigações ainda não tiveram qualquer diligência.

 

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