08/12/2022
 
 
Cabaz alimentar mais caro. Saiba quanto poderá subir a ceia de Natal

Cabaz alimentar mais caro. Saiba quanto poderá subir a ceia de Natal

Jornal i 22/11/2022 13:21

Dos 16 artigos, aquele que registou uma maior subida de preço foi o açúcar branco. A subida foi de 52%, sendo que um pacote de um quilo de açúcar está a custar, em média, 1,67 euros. Ao açúcar branco, seguem-se a farinha para bolos e a batata vermelha. 

O preço dos alimentos não para de subir e, a apenas algumas semanas da noite de Natal, alguns dos produtos essenciais na mesa de muitas famílias estão significativamente mais caros. Do cabaz de bens analisados (16 produtos tipicamente usados na confeção da consoada - açúcar branco; farinha para bolos; batata vermelha; leite UHT meio-gordo; seis ovos; couve; óleo alimentar 100% vegetal; carcaça tradicional; perna de peru; bacalhau graúdo; arroz carolino; azeite virgem extra; tablete de chocolate para culinária; abacaxi; vinho branco DOC Alentejo; vinho tinto DOC Douro) – todos os produtos estão mais caros, alerta a Deco Proteste.

Para avaliar esta evolução de preços, a entidade calculou o preço médio por produto em todas as lojas online do seu simulador em que se encontra disponível, com acesso livre para todos os consumidores. Posteriormente, foi somado o preço médio de todos os produtos e obtido o custo total do cabaz. “Da análise foi possível concluir que, entre 5 de janeiro e 9 de novembro, o preço deste cabaz já aumentou 17,84%, ou seja mais de 6,50 euros, custando agora 44,81 euros. No entanto, este valor pode subir bastante para quem precisar de quantidades maiores, uma vez que só foram considerados neste cabaz uma unidade de cada produto ou um quilo, no caso dos produtos vendidos a peso”, salienta. 

Dos 16 artigos, aquele que registou uma maior subida de preço foi o açúcar branco. A subida foi de 52%, sendo que um pacote de um quilo de açúcar está a custar, em média, 1,67 euros. Ao açúcar branco, seguem-se a farinha para bolos e a batata vermelha. 

Desde o início do ano que os preços dos alimentos não param de subir. Face a fevereiro, um cabaz de bens alimentares essenciais, composto por 63 produtos, aumentou cerca de 26 euros, correspondendo a um aumento de 14,35%. 

Ana Guerreiro, porta-voz da Deco Proteste refere: “É possível poupar nas idas ao supermercado. Os consumidores devem preparar a lista de compras com base no número de pessoas que vão ter à mesa na ceia de Natal. A comparação dos preços por litro, quilo ou unidade entre os produtos de várias marcas é fundamental para manter o orçamento sob controlo.” 

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