05/12/2022
 
 
Família de britânico que morreu na Madeira alcoolizado exige respostas às autoridades portuguesas

Família de britânico que morreu na Madeira alcoolizado exige respostas às autoridades portuguesas

Facebook Jornal i 27/09/2022 17:17

A autópsia determinou que os níveis de álcool no sangue estavam numa "faixa tóxica" e que por isso, sofreu uma paragem cardiorrespiratória e uma lesão cerebral irreversível. 

A família de um homem, de 29 anos e de nacionalidade britância, que morreu na ilha da Madeira, em março do ano passado, exige saber as circunstâncias da sua morte, uma vez que consideram que, um ano e meio após a tragédia, ainda há muitas perguntas por responder. 

De acordo com o site MyLondon, Christopher Hayden-Delaney foi encontrado pela polícia a 25 de fevereiro de 2021 "desorientado e agitado", com um "comportamento agressivo" e "fala incoerente", sendo que, perante essa situação foi encaminhado para o Hospital Nélio Mendonça, no Funchal, onde acabou por entrar em coma e já não saiu com vida.

A autópsia determinou que os níveis de álcool no sangue estavam numa "faixa tóxica" e que por isso, sofreu uma paragem cardiorrespiratória e uma lesão cerebral irreversível. 

Contudo, a família não está convencida desta versão da história e acredita que se passou algo mais, uma vez que Chris era um "jovem saudável" e "extrovertido" que adorava viajar de mochila às costas. 

A última vez que a família falou com o jovem foi em janeiro de 2021, encontrando-se este em Lagos, no Algarve. A 4 de março receberam uma chamada do hospital a dizer que este estava em coma, tendo morrido poucos dias depois, sozinho, na ilha da Madeira.

Os pais e o irmão decidiram começar a procurar respostas e recorreram ao Tribunal do Oeste de Londres. 

Se por um lado, de acordo com o MyLondon, a mãe acredita que Chris era "capaz de lidar com a bebida" e que "o que é demasiado para uns não é para outros", o pai considera que os medicamentos dados ao jovem no hospital, como Diazepam, podem ter contribuido para a paragem cardíaca, uma vez que este estava com álcool no sangue. 

A juíza responsável pelo caso já disse que a autópsia não deixa margem para dúvidas e que o jovem morreu devido ao abuso do álcool, contudo, os familiares não acreditam e vão continuar em busca de respostas. 

 

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