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Ventura avisa para "escalar de conflito físico, verbal e político" no parlamento e pede intervenção de Marcelo

Ventura avisa para "escalar de conflito físico, verbal e político" no parlamento e pede intervenção de Marcelo

Bruno Gonçalves Jornal i 29/07/2022 18:02

A reunião entre os dois durou cerca de 45 minutos e foi pedida pelo Chega para abordar a forma como  presidente da Assembleia da República conduz os trabalhos parlamentares. 

O ambiente no parlamento "está muito tenso" e há a possibilidade de "um escalar de conflito físico, verbal e político", considerou André Ventura, líder do Chega, pedindo a intervenção do Presidente da República. 

No final de uma audiência com Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio de Belém, o líder do partido de extrema-direita disse, em declarações aos jornalistas, que transmitiu ao Presidente da República que "não acautelar, ao não exercer nenhuma influência sobre o presidente da Assembleia da República, a possibilidade de um escalar de conflito físico, verbal e político é real", acrescentando que "ninguém quer ver no parlamento situações como já vimos noutros países do mundo, em que há deputados desentendidos uns com os outros, quase à batatada no hemiciclo". 

"Tudo acontece porque o ambiente dentro do hemiciclo, que era onde se deviam dispersas as energias políticas, é abafado e limitado por um presidente da Assembleia da República", disse André Ventura. Na sua visão, "a única figura que pode chamar a atenção de Augusto Santos Silva é Marcelo Rebelo de Sousa" e cabe ao chefe de Estado "garantir que o ambiente serena".

A reunião entre os dois durou cerca de 45 minutos e foi pedida pelo Chega para abordar a forma como  presidente da Assembleia da República conduz os trabalhos parlamentares. 

André Ventura, concluiu, ficou com a "sensação" de que Marcelo Rebelo de Sousa "foi recetivo aos argumentos" que ouviu, "independentemente das ações que venha a tomar".

O Presidente da República também "foi sensível à situação de maioria absoluta e de possível mordaça sobre a democracia que o país enfrenta" e também "aos argumentos de cerceamento constante da liberdade".

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