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Espanha em alerta devido a temperaturas máximas acima dos 45 graus

Espanha em alerta devido a temperaturas máximas acima dos 45 graus

Jornal i 14/07/2022 14:52

Esta vaga de calor, que começou no passado fim de semana e deverá prolongar-se até pelo menos ao próximo domingo, está a traduzir-se em temperaturas sufocantes em toda a Espanha, nomeadamente nas regiões da Andaluzia, Estremadura e Galiza, em alerta vermelho, segundo indicou a Agência Meteorológica espanhola (Aemet).

Quase toda Espanha esteve hoje em alerta devido à onda de calor, com temperaturas máximas superiores a 45 graus, com as autoridades a esperarem que esta quinta-feira seja o dia mais quente.

 

Esta vaga de calor, que começou no passado fim de semana e deverá prolongar-se até pelo menos ao próximo domingo, está a traduzir-se em temperaturas sufocantes em toda a Espanha, nomeadamente nas regiões da Andaluzia, Estremadura e Galiza, em alerta vermelho, segundo indicou a Agência Meteorológica espanhola (Aemet).

Excetuando o arquipélago as Canárias todas as outras regiões espanholas foram coloca-as em alerta.

Durante o dia de hoje foi registado um 'pico' de 45,6 graus às 17:30 (menos uma hora em Portugal) em Almonte, na Andaluzia, no sul do país, enquanto várias cidades como Sevilha, Córdova ou Badajoz registaram valores acima dos 44 graus.

Devido a esta onda de calor e à falta de chuva que se tem registado na Península Ibérica desde o início do ano, existe um risco "extremo" de incêndio em toda a Espanha, de acordo com os serviços de prevenção e extinção de incêndios.

Pelo menos 3.500 hectares já arderam numa região montanhosa da Estremadura e de Castela e Leão, tendo o incêndio sido, entretanto, dominado pelo bombeiros após uma noite de combate às chamas.

A noroeste de Madrid cerca de 500 pessoas tiveram de ser temporariamente retiradas das suas casas devido a um outro incêndio, que se encontra também já controlado, segundo os serviços e emergência regionais.

Entre 01 de janeiro e 03 de julho arderam em Espanha 70.354 hectares de floresta, quase o dobro (+87%) do que a média dos últimos 10 anos.

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