27/06/2022
 
 
Homem que tentou matar Reagan confirma liberdade total 41 anos depois

Homem que tentou matar Reagan confirma liberdade total 41 anos depois

John Hinckley Twitter Jornal i 16/06/2022 16:47

Um tribunal havia decidido recentemente que, após década de cuidados e monitorização psicológica, John Hinckley não representava mais uma ameaça à sociedade e que poderia ser libertado de qualquer revisão judicial em 15 de junho.

O homem que tentou matar o antigo Presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan, em 1981, para impressionar a atriz Jodie Foster, foi hoje libertado, seis anos depois de ter saído de um hospital psiquiátrico.

Um tribunal havia decidido recentemente que, após década de cuidados e monitorização psicológica, John Hinckley não representava mais uma ameaça à sociedade e que poderia ser libertado de qualquer revisão judicial em 15 de junho.

"Após 41 anos, dois meses e 15 dias, FINALMENTE LIBERDADE", escreveu no Twitter John Hinckley, que agora tem 67 anos e se dedicou à música.

Em 30 de março de 1981, John Hinckley disparou contra o ex-chefe de Estado norte-americano republicano quando saía de um hotel em Washington. Uma das balas fez ricochete na limusine presidencial blinda e atingiu Ronald Reagan no peito. Três pessoas ficaram feridas no ataque.

O então jovem, obcecado por Jodie Foster desde o lançamento do filme "Táxi Driver", declarou que queria impressionar a atriz. John Hinckley havia sido declarado criminalmente irresponsável pelos tribunais.

Após mais de 30 anos de internamento num hospital psiquiátrico, John Hinckley foi autorizado em 2016 a ir morar com a sua mãe, numa área residencial segura de Williamsburg, a 240 quilómetros a sul de Washington.

As regras do seu controlo judicial eram rígidas: em particular, o homem tinha que relatar qualquer movimento (com notas percorridas, horários e possíveis contratempos), fazer tratamento médico regularmente e manter um diário das suas atividades diárias.

John Hinckley também foi proibido de entrar em contacto com Jodie Foster e os seus familiares, os descendentes de Ronald Reagan, ou as pessoas mais próximas das outras vítimas.

De acordo com documentos judiciais, o seu estado mental agora é "estável".

"Se ele não tivesse tentado matar um presidente, ele teria recebido liberdade completa há muito, muito tempo", disse o juiz Paul Friedman em setembro.

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