17/05/2022
 
 
Sequestrador na zona de Algés abatido a tiro pela PSP. Refém e polícia ficaram feridos

Sequestrador na zona de Algés abatido a tiro pela PSP. Refém e polícia ficaram feridos

Jornal i 12/05/2022 10:26

Vítima do sequestro "apresentava vários ferimentos graves resultantes de cortes por arma branca, infligidos pelo sequestrador", explicam as autoridades, em comunicado. 

A PSP abateu na madrugada desta quinta-feira um homem que tinha feito um refém na zona de Algés. Um dos polícias ficou ferido, assim como a vítima. 

Em comunicado enviado às redações, o Comando Metripolitano de Lisboa da PSP informa que o alerta foi dado às 4h51, através do 112, pela "ocorrência de agressões, numa habitação situada em Algés, Oeiras". Para o local foram "imediatamente" enviados os meios policiais em serviço que estavam mais próximos da zona.

"Chegados ao local, os polícias depararam-se com um sequestro em curso, no interior da habitação, executado por um suspeito de grande porte físico e armado com duas armas brancas. Um cidadão sequestrado apresentava vários ferimentos graves resultantes de cortes por arma branca, infligidos pelo sequestrador", diz a PSP. Segundo avança a CNN Portugal, o sequestrador seria de nacionalidade alemã. 

A vítima do sequestro "apresentava vários ferimentos graves resultantes de cortes por arma branca, infligidos pelo sequestrador", tendo sido "ativado o protocolo operacional aplicável à ocorrência". As autoridades tentaram "dissuadir o suspeito do seu comportamento e do uso de meios coercitivos de baixa potencialidade letal", mas os mesmos não surtiram efeito", pode ler-se na mesma nota. 

"Por a ameaça e agressões continuarem em execução, os polícias recorreram a arma de fogo e atingiram o suspeito que, infelizmente, e apesar dos primeiros socorros que lhe foram imediatamente prestados, faleceu, devido aos ferimentos sofridos", além de que um dos polícias voi vítima de ferimentos "provocados pelo agressor por corte com arma branca". 

A PSP aponta, no mesmo comunicado, que "o falecimento do atacante e apela a que todos os cidadãos cumpram as ordens legais e legítimas emitidas pelos polícias".

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