05/10/2022
 
 
Polícia Judiciária impediu ataque terrorista na Universidade de Lisboa

Polícia Judiciária impediu ataque terrorista na Universidade de Lisboa

@Dreamstime Jornal i 10/02/2022 18:48

Jovem de 18 anos de idade foi detido e está indiciado pela prática do crime de terrorismo. Objetivo seria o de matar o maior número possível de colegas na próxima sexta-feira, numa tentativa de imitar homicídios em massa ocorridos nas escolas dos EUA. 

A Polícia Judiciária (PJ) impediu esta quinta-feira um atentado terrorista na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (UL) e deteve um jovem de 18 anos de idade. 

"Através da Unidade Nacional Contraterrorismo (UNCT), [a PJ] procedeu, nesta data, à realização de uma operação tendente ao cumprimento de Mandados de Busca domiciliária, no âmbito de inquérito titulado pela Secção de Investigação do Crime Violento do DIAP de Lisboa. A investigação foi desencadeada por suspeitas de atentado dirigido a estudantes universitários da Universidade de Lisboa", lê-se num comunicado da autoridade, divulgado esta quinta-feira.

O arguido, sem cadastro, foi detido em flagrante delito pela posse das armas e está indiciado pela prática do crime de terrorismo. Será presente na próxima sexta-feira a primeiro interrogatório judicial para sujeição à medida de coação tida por adequada. O suspeito é natural de Fátima e reside nos Olivais. 

O jovem, segundo avança a CNN, é estudante de engenharia e pretendia matar amanhã, sexta-feira, o maior número possível de colegas, informação que terá sido transmitida à PJ pelo FBI.  O objetivo seria imitar os homicídios em massa que decorreram em escolas dos EUA, segundo o JN.

Foram apreendidas, durante as buscas, "várias armas proibidas", assim como "outros artigos suscetíveis de serem usados na prática de crimes violentos" e "vasta documentação". As autoridades, para além disso, recolheram um plano escrito que continha "os detalhes da ação criminal". Na casa do jovem , não havia armas de fogo. Havia, porém, armas brancas com bitjas de gás, bestas e catanas, segundo apurou o Diário de Notícias. 

O arguido utilizava a dark web para partilha de conhecimentos sobre este tipo de ataque, diz ainda o Observador.

Notícia atualizada pelas 20h00.

 

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