20/08/2022
 
 
Prisão preventiva para homem que violou grávida na noite de passagem de ano

Prisão preventiva para homem que violou grávida na noite de passagem de ano

Dreamstime Redação 02/01/2022 22:54

O crime ocorreu numa casa em Loures, onde viviam várias pessoas em regime de arrendamento.

Depois de ter abusado sexualmente de uma mulher grávida, em Loures, numa casa onde viviam várias pessoas em regime de arrendamento, um homem foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) na madrugada do sábado passado.

“A Polícia Judiciária, através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, procedeu à identificação e detenção fora de flagrante delito de um homem, com 27 anos de idade, pela prática de um crime de violação, na sua forma agravada, sobre uma mulher, de 26 anos, grávida”, lê-se no comunicado publicado na página oficial desta força de segurança, sendo que se sabe que os factos criminosos tiveram lugar pela hora de jantar da véspera de ano novo.

A PJ adiantou que “o abusador aproveitado a ausência do companheiro da vítima, com uma gravidez com cerca de 6 meses de gestação, para levar a cabo as sevícias sexuais contra aquela”. Deste modo, contando com o apoio da PSP, “a Polícia Judiciária levou a cabo diligências de investigação que permitiram concluir pela prática dos factos por parte do suspeito”.

Após ter sido detido, o criminoso foi presente a primeiro interrogatório judicial, ainda no primeiro dia de 2022, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva. 

De acordo com o ‘Relatório Anual 2020’, veiculado pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), 144 crianças e adultos foram vítimas de abuso sexual no ano anteriormente referido, sendo que é possível verificar que o abuso sexual de crianças com idade inferior a 14 anos foi um dos crimes que afetou mais as vítimas, correspondendo a 836 das queixas.

Importa também referir que, em janeiro do ano passado, por meio da divulgação dos dados referentes ao projeto ‘Violência contra as Mulheres e Violência Doméstica em Tempos de Pandemia’, a APAV informou que recebeu quase 700 denúncias de casos de violência durante o primeiro período de confinamento, entre março e maio de 2020, na maioria casos de violência doméstica.

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