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EUA garantem que eventual ataque russo à Ucrânia terá resposta séria

EUA garantem que eventual ataque russo à Ucrânia terá resposta séria

Jornal i 30/11/2021 17:39

O secretário de Estado norte-americano não quis dar mais esclarecimentos sobre a natureza de um possível risco de aumento de conflito nas fronteiras da Ucrânia, alegando que primeiro precisa de "consultar" os aliados dos Estados Unidos no seio da NATO, o que deverá acontecer ainda hoje e quarta-feira na capital letã.

O chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken, garantiu hoje que qualquer nova agressão da Rússia contra a Ucrânia provocará uma resposta "séria" por parte dos aliados.

"Qualquer escalada por parte da Rússia seria de grande preocupação para os Estados Unidos e também para a Letónia e qualquer nova agressão teria consequências sérias", disse Blinken, durante uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo da Letónia, Edgars Rinkevics, à margem de uma reunião ministerial da NATO.

O secretário de Estado norte-americano não quis dar mais esclarecimentos sobre a natureza de um possível risco de aumento de conflito nas fronteiras da Ucrânia, alegando que primeiro precisa de "consultar" os aliados dos Estados Unidos no seio da NATO, o que deverá acontecer ainda hoje e quarta-feira na capital letã.

Na segunda-feira, a Ucrânia pediu aos seus aliados que ajam rapidamente para impedir uma invasão da Rússia, argumentando que uma ofensiva por parte de Moscovo pode estar iminente, tendo em conta os movimentos das tropas russas.

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kouleba, avisou mesmo que uma ofensiva militar russa pode ser lançada "literalmente num piscar de olhos" e que, no caso de um ataque, a Ucrânia irá "retaliar".

"Estamos muito preocupados com os movimentos que estamos a observar", disse hoje Blinken, referindo-se às movimentações de tropas russas nas fronteiras com a Ucrânia.

"Conhecemos a estratégia russa, que consiste em criar provocações a partir de nada" para justificar as suas ações, explicou o secretário de Estado norte-americano.

Antony Blinken também informou, mais uma vez, que Washington está a trabalhar em coordenação com a União Europeia para criar novas sanções contra a Bielorrússia, acusada de usar migrantes como "armas políticas" para desestabilizar a Europa Ocidental.

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