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Ana Mendes Godinho. "Portugal não pode perder esta oportunidade"

Ana Mendes Godinho. "Portugal não pode perder esta oportunidade"

Bruno Gonçalves Jornal i 25/10/2021 15:44

“Este é um momento crucial para Portugal. Não pode haver trincheiras, tem de haver pontes, não pode haver pretextos tem de haver soluções”, apelou a ministra.

“Este Orçamento que hoje apresentamos é claramente um Orçamento de esquerda”. A garantia foi dada esta segunda-feira pela ministra do Trabalho, que está no Parlamento para ‘defender’ o Orçamento do Estado. A governante disse ainda que este é o Orçamento com o “maior investimento social de sempre na Segurança Social”, que conta com mais 7 mil milhões de euros face a 2015.

Aos deputados, Ana Mendes Godinho garantiu ainda “este é claramente um Orçamento fruto de intensas evoluções face à proposta inicial”.

Depois de anunciadas as intenções de voto do BE e do Bloco, a ministra reforçou que foi “face a uma visão estratégica de esquerda” que “foi possível, nos últimos seis anos, com aumentos extraordinários, aumentar cerca de 840 euros de forma acumulada por ano para pensionistas com pensões mais baixas”.

E, por isso, não há dúvidas: este é um documento que “apoia ativamente o emprego e a conversão dos trabalhadores”.

Apelando à esquerda no sentido em que mude de opinião, Ana Mendes Godinho disse ainda que “este é um momento crucial para Portugal”, motivo pelo qual “não pode haver trincheiras, tem de haver pontes, não pode haver pretextos, tem de haver soluções”.

Nos últimos seis anos, acrescentou a ministra, “houve uma maioria” que “soube fazer as pontes para governar o país”. “Não pode ter sido um epifenómeno como augura a direita, tem de ser mesmo um caminho para continuar a percorrer na parceria que se iniciou em 2015 pois muito andámos para aqui chegar”.

Mas “ainda há tanto por fazer”. E “votar contra este orçamento é votar contra estes avanços estruturais, é impedir que sejam sequer discutidos nesta assembleia. Não é o governo que perde, é o país. É uma responsabilidade de todos. Portugal não pode perder esta oportunidade”.

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