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AHRESP defende manutenção do layoff simplificado

AHRESP defende manutenção do layoff simplificado

Jornal i 27/09/2021 15:28

Associação diz que esta é uma “relevante medida no apoio à manutenção dos postos de trabalho” no setor.

Terminado o verão e quase chegada a altura da época baixa, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) vem defender a continuidade do layoff simplificado, um apoio que, defende, é uma “relevante medida no apoio à manutenção dos postos de trabalho das atividades da restauração, similares e do alojamento turístico”. 

Para a associação não há dúvidas que “esta medida assume particular relevância no caso das atividades de animação noturna (bares e discotecas), pois não obstante a permissão de funcionamento a partir do próximo dia 1 de outubro, estas empresas encontram-se encerradas há mais de um ano e meio, com faturação zero, e não têm quaisquer condições para assegurar a totalidade das despesas de funcionamento de forma imediata”. 

São estas as principais razões que levam a associação a defender a continuidade de uma das principais medidas lançadas pelo Governo para minimizar os estragos causados pela pandemia de covid-19. A AHRESP explica então que “o layoff simplificado é uma das principais medidas que devem ser mantidas, assegurando assim a continuidade do apoio à manutenção dos postos de trabalho, por forma a não se desperdiçar todo o esforço que empresas e Governo têm vindo a envidar desde o início desta crise pandémica”.

Avanço A terceira fase do desconfinamento avança já a 1 de outubro e trará, finalmente, a reabertura dos espaços de animação noturna. Além disso, um dos requisitos da AHRESP foi atendido pelo Governo ao anunciar que nos restaurantes e nos estabelecimentos turísticos e alojamentos locais deixa de ser necessário apresentar o certificado digital.

No entanto e apesar das boas notícias, a AHRESP já tinha alertado que os apoios continuam a ser necessários uma vez que o verão não foi suficiente. Por isso, a associação lembrou que  a “eventual recuperação” face ao ano passado não pode “descurar a necessidade de se manter ou reativar apoios às empresas, depois de mais de um ano e meio de quebras drásticas na faturação, sendo as nossas atividades as que mais sofreram os impactos negativos da pandemia”. 

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