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Pelo menos 17 mortos depois de barco se afundar na costa da Tunísia

Pelo menos 17 mortos depois de barco se afundar na costa da Tunísia

Jornal i 22/07/2021 16:32

No início desta semana, a guarda costeira tunisina frustrou oito tentativas de migração ilegal e deteve 130 migrantes, segundo o porta-voz da Guarda Nacional, Houssameddine Jebabli.

Pelo menos 17 migrantes do Bangladesh morreram afogados e mais de 300 foram resgatados por navios da Tunísia e da Líbia depois de a embarcação em que seguiam ter afundado no Mediterrâneo, divulgaram hoje grupos humanitários.

 

Segundo Mongi Slim, chefe da organização humanitária Crescente Vermelho tunisino, os sobreviventes disseram que todos os que morreram estavam no porão da embarcação porque pagaram menos aos contrabandistas e foram sufocados pelo fumo quando o motor se incendiou.

Nos últimos meses, houve um aumento nas travessias e tentativas de barcos de migrantes da Líbia para a Europa.

A embarcação tinha cerca de 400 migrantes a bordo, 200 dos quais foram recolhidos por navios da Marinha da Líbia, adiantou Slim.

As unidades navais tunisinas recuperaram 17 corpos e resgataram 166 migrantes de vários países como Marrocos, Egito, Síria e Costa do Marfim, além do Bangladesh, acrescentou.

O barco com os migrantes partiu na noite de segunda-feira da costa de Zouara, na Líbia, com o objetivo de chegar à Europa, mas afundou no porto tunisino de Zarzis, prosseguiu Slim.

A guarda costeira da Líbia intercetou na quarta-feira quatro embarcações no mar Mediterrâneo que transportavam migrantes cujo destino era a Europa, de acordo com um funcionário das Nações Unidas.

Segundo os migrantes, 20 pessoas de uma das embarcações caíram ao mar no início do dia e, presumivelmente, afogaram-se.

No início desta semana, a guarda costeira tunisina frustrou oito tentativas de migração ilegal e deteve 130 migrantes, segundo o porta-voz da Guarda Nacional, Houssameddine Jebabli.No início desta semana, a guarda costeira tunisina frustrou oito tentativas de migração ilegal e deteve 130 migrantes, segundo o porta-voz da Guarda Nacional, Houssameddine Jebabli.

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