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Media Capital reduz prejuízos para 11,1 milhões de euros no ano passado

Media Capital reduz prejuízos para 11,1 milhões de euros no ano passado

Raquel Wise Jornal i 14/05/2021 12:39

Dona da TVI destaca “uma notória melhoria” face às perdas de 54,7 milhões de euros do ano anterior.

O Grupo Media Capital registou um resultado líquido positivo no segundo semestre do ano passado de 3,3 milhões de euros. Já no total de 2020, a dona da TVI registou um prejuízo de 11,1 milhões de euros, “uma notória melhoria” face às perdas de 54,7 milhões de euros verificados no ano anterior.

Em relação aos rendimentos operacionais, no ano passado, estes recuaram 17% para 137,6 milhões de euros (165,1 milhões de euros em 2019), tendo sido verificada uma recuperação de 4,5% no segundo semestre. Os gastos operacionais, excluindo amortizações, depreciações, gastos com provisões e restruturações e perdas por imparidade de goodwill, registaram um decréscimo de 10%, passando de 146,5 milhões de euros para 131,4 milhões de euros.

O grupo liderado por Mário Ferreira avança ainda que, excluindo gastos com provisões, restruturações e perdas por imparidade de goodwill, o EBITDA consolidado do grupo foi positivo em 6,2 milhões de euros. “Todavia, é de sublinhar a forte recuperação no segundo semestre, no qual esta métrica ascendeu a 16,1 milhões de euros (margem de 19,6%), mais que quadruplicando o valor do período homólogo de 2019”, lê-se no comunicado.

Ainda relativamente ao ano passado, a dona da TVI avança que foram implementadas medidas de eficiência operacional para acomodar parte do impacto económico negativo da pandemia. “Englobaram a redução de 10% dos gastos operacionais ajustados, a redução de despesas de capital e uma gestão especialmente atenta do fundo de maneio”.

Assim, “o fluxo das atividades operacionais e de investimento incrementou de 10,6 milhões de euros em 2019 para 14,1 milhões de euros. A maior geração de cash flow permitiu ao grupo reduzir em mais de 8,3 milhões de euros o endividamento líquido”.

A Media sublinha que esta nota financeira “não pode, contudo, ser considerada informação definitiva e final porquanto não foi a mesma aprovada pelos competentes órgãos sociais da sociedade, nem se encontram concluídos os trabalhos de auditoria pelos auditores”.

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