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Groundforce. Alfredo Casimiro avança para a venda dos 50,1% que detém na empresa

Groundforce. Alfredo Casimiro avança para a venda dos 50,1% que detém na empresa

João Amaral Santos 08/05/2021 12:25

Alfredo Casimiro contratou o Banco Nomura para que este o assessore no processo de venda da sua participação na Groundforce. O empresário, que detém 50,1% da empresa de handling, deu instruções para que seja dada prioridade à Aviapartner, pois considera que esta empresa está "melhor capitalizada e em melhores condições para garantir a viabilidade futura da Groundforce e a manutenção dos postos de trabalho".

Alfredo Casimiro contratou o Banco Nomura para que este trate do processo de venda dos 50,1% que o empresário detém na Groundforce. "No seguimento das várias questões que nos foram colocadas sobre a disponibilidade da Pasogal para vender a sua participação de 50,1 % na Groundforce, venho confirmar que contratamos o Banco Nomura para nos assessorarem no processo de venda.", lê-se em comunicado da Groundforce.

A nota indica que Casimiro deu "instruções para que seja dada especial atenção à Aviapartner, empresa belga que beneficiou recentemente de um relevante apoio económico e financeiro do Estado belga, no âmbito das ajudas extraordinárias ao setor da aviação, com vista a minorar as consequências da crise pandémica. Por via desse apoio, a Aviapartner estará melhor capitalizada e em melhores condições para garantir a viabilidade futura da Groundforce e a manutenção dos postos de trabalho", adianta.

"Não posso deixar, no entanto, de manifestar a minha perplexidade e consternação pela diferença de tratamento que o mesmo problema mereceu por parte dos governos dos dois países: enquanto a Bélgica apoiou as suas empresas, em Portugal a Groundforce viu chumbados todos os pedidos de auxílio que dirigiu a várias entidades, tendo o próprio Estado liderado esse veto, mesmo reconhecendo estar em causa a única empresa do grupo TAP que deu lucro nos últimos anos", refere o empresário.

 Alfredo Casimiro lamenta ainda, "como empresário português, esta hostilidade e perseguição ainda se torna mais chocante quando vejo os potenciais compradores da participação da Pasogal na Groundforce a terem liquidez para o fazer, precisamente por beneficiarem de apoio do seu Estado e do seu Governo, apoio esse que neste contexto tão particular sempre me faltou".

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