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PRR. Governo apresenta plano ao Presidente da República

PRR. Governo apresenta plano ao Presidente da República

Diana Tinoco Sónia Peres Pinto 15/04/2021 20:40

Documento prevê 36 reformas e 77 investimentos nas áreas sociais, clima e digitalização, correspondentes a um total de 13,9 mil milhões.

O Governo vai apresentar, esta sexta-feira, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) ao Presidente da República, antes da sessão pública de apresentação do documento, à tarde, em Coimbra. Esta apresentação surge depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter revelado nas próximas semanas irá ouvir economistas, gestores, empresários e o próprio Governo sobre o documento, numa ronda de audiências que começou a 5 de abril com o governador do Banco de Portugal, Mário Centeno. “A ideia é dar força àquilo que é uma tarefa coletiva, que do ponto de vista executivo compete ao Governo liderar, numa parte, com fundos do PRR, noutra parte com os fundos europeus anuais do quadro financeiro plurianual dos próximos anos, e depois o contributo de toda a sociedade portuguesa”, disse, na altura, o chefe de Estado. 

Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que está em causa “um esforço conjunto de todos os portugueses, como o combate à pandemia tem sido um esforço conjunto de todos os portugueses”.

Recorde-se em fevereiro deste ano, o Governo português colocou a versão preliminar e resumida do PRR em consulta pública, depois de ter apresentado um primeiro esboço à Comissão Europeia em outubro e de um processo de conversações com Bruxelas. E para o Portugal poder aceder às verbas comunitárias destinadas a fazer face às consequências da pandemia de covid-19 prevê 36 reformas e 77 investimentos nas áreas sociais, clima e digitalização, correspondentes a um total de 13,9 mil milhões de euros de subvenções.

Ainda esta quinta-feira, o ministro do Ambiente e da Ação Climática disse que 554 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência vão ser investidos no prolongamento da linha vermelha do metro de Lisboa e na expansão até Loures. De acordo com o ministro, na linha vermelha surgiu a “grande dúvida de como “passar o caneiro de Alcântara”, salientando que após “profunda discussão técnica” foi decidido fazer em viaduto, com uma estação sob a Avenida de Ceuta e perpendicular à mesma. “O prazo apertado, o risco geológico, o custo e a muito provável alteração do nível freático em todo o vale de Alcântara conduziu a esta solução que tentaremos, e vamos conseguir, seja o menos impactante possível”, afirmou. 

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