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Fernando Santos: "O fundamental é acreditar que o sonho é possível"

Fernando Santos: "O fundamental é acreditar que o sonho é possível"

AFP Jornal i 23/03/2021 12:53

O selecionador nacional fez a antevisão do primeiro jogo de Portugal na qualfiicação para o Mundial de 2022, a decorrer na quarta-feira, pelas 19h45, contra o Azerbaijão, em Turim.

A seleção nacional enfrenta, na quarta-feira, o Azerbaijão, naquele que será o primeiro desafio no caminho para chegar ao Campeonato Mundial de 2022, que irá realizar-se no Catar.

Fernando Santos, no entanto, tem a cabeça nas nuvens, mas os pés bem assentes na terra. "Eu não sonho. Sonhar é importante, mas o fundamental é acreditar que é possível. Nós podemos sonhar, e depois acordamos e tudo ser um enorme pesadelo", começou por revelar na antevisão à partida. "Para isso não vale a pena. O que nós dizemos é que Portugal tem qualidade e organização por lutar por qualquer prova em que participa. Desde cedo disse aos meus que, para chegarmos a fases finais, temos de lá estar. Se dermos como adquirido que já lá estamos antes de jogarmos um apuramento é um enorme erro", continuou.

Sobre a ausência de Pepe, Fernando Santos desvalorizou. "Sabemos da qualidade e aquilo que ele representa, mas o Pepe já não teve noutras ocasiões e a Seleção respondeu bem. Todos os jogadores fazem falta, mas a partir de certo momento só fazem falta os que cá estão", concluiu ainda o selecionador nacional, que se pronunciou sobre a presença de Rui Silva e Raphael Guerreiro no jogo. " O Rui teve um traumatismo ligeiro no jogo de domingo, mas penso que estará em condições. O Raphael vai ficar de fora. Já vinha de uma lesão, mas achávamos que podia participar no segundo ou terceiro jogo da seleção, porém, e depois de falar com o departamento clínico, concluímos que o Raphael vai estar de fora dos três encontros", lamentou Fernando Santos.

O selecionador nacional previu ainda um "grande desafio" perante os azeris, que, espera Fernando Santos, vão aparecer com uma 'muralha' que vai colocar bastantes dificuldades. "Dificilmente vamos apostar no contra-ataque ou no ataque rápido. Vamos ter diante de nós um 'muro' mais fixo", concluiu ainda.

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