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Número de internados devido à covid-19 abaixo dos dois mil pela primeira vez desde outubro

Número de internados devido à covid-19 abaixo dos dois mil pela primeira vez desde outubro

Jornal i 02/03/2021 14:56

Este é o terceiro dia consecutivo em que o número de novos casos se mantém abaixo dos mil. Os internados estão abaixo dos dois mil pela primeira vez desde outubro e é preciso recuar até dezembro para encontrar um número de casos ativos tão baixo.

Portugal registou, esta terça-feira, 691 casos do novo coronavírus e 38 vítimas mortais. Segundo os dados divulgados no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, este é o terceiro dia consecutivo em que o número de novos casos se mantém abaixo dos mil, depois de na segunda-feira terem sido registadas 394 infeções e no domingo 718.

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com o maior número de novos casos: foram 255 nas últimas 24 horas. Segue-se o Porto com 166 e a Madeira com 150, sendo, pela primeira vez, a terceira região com o maior número de novos contágios. No Centro houve mais 73 casos, no Alentejo 27, nos Açores 19 e no Algarve 11.

À semelhança dos novos casos, também foi em Lisboa e Vale do Tejo que se contabilizou o maior número de vítimas mortais: 18. Segue-se o Norte com 10, o Centro com sete, o Algarve com duas e o Alentejo com uma. Não há registo de qualquer morte nos Arquipélagos dos Açores e da Madeira.

Até às 23h59 de segunda-feira, estavam internados 1.997 doentes covid nos hospitais portugueses, menos 170 do que na véspera. Desses, 446 estão em unidades de cuidados intensivos, menos 23. Desde o dia 31 de outubro que o número de internados não era tão baixo.

Há atualmente 65.793 casos ativos da doença em Portugal, menos 2.577 do que na segunda-feira. É preciso recuar até ao dia 29 de dezembro, quando foram contabilizados 65.457 casos ativos, para encontrar um valor mais baixo do que o do boletim desta terça-feira.

Desde o início da pandemia, as autoridades portuguesas já deram conta de 805.647 casos do novo coronavírus, 723.465 dos quais recuperaram e 16.389 morreram. Permanecem em vigilância 36.859 contactos, menos 4.368 do que no balanço anterior.

Consulte aqui o boletim na íntegra.

 

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