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Criança de nove anos desligou energia de centro de vacinação no Brasil. Vacinas contra a covid-19 ficaram inutilizáveis

Criança de nove anos desligou energia de centro de vacinação no Brasil. Vacinas contra a covid-19 ficaram inutilizáveis

Reprodução TV Gazeta Jornal i 19/02/2021 22:51

Polícia pensava que corte de energia se tinha tratado de um ato de vandalismo, mas anunciou hoje que tudo teve origem numa "brincadeira de criança inocente".

Uma criança de nove anos desligou o quadro de energia elétrica de um centro de vacinação, na cidade de Rio Bananal, no estado brasileiro do Espírito Santo, levando a que várias doses da vacina contra a covid-19, bem como outros medicamentos, se estragassem.

A Polícia Civil brasileira acreditava que tudo se tinha tratado de um ato de vandalismo, contudo, esta sexta-feira, após a análise das imagens captadas pelas câmaras de videovigilância, foi anunciado que foi afinal uma criança a responsável pelo corte de energia. Além das vacinas contra a covid-19, foram também afetados outros tipos de vacinas, testes de sangue e medicamentos. A cidade terá perdido cerca de 133 doses da vacina Coronavac e terá mesmo de atrasar a administração da segunda dose aos profissionais de saúde.

As autoridades explicaram hoje que tudo aconteceu quando um menino, de nove anos, estava a brincar no local e acabou por subir para um banco que ficava em frente ao quadro. Ao reparar que uma pequena luz vermelha piscava dentro do quadro, a criança acabou por desligar o quadro para tentar apagá-la.

“Uma brincadeira de criança inocente que acabou gerando todo esse problema", detalhou Fabrício Lucindo, delegado da Polícia Civil.

Devido à temperatura inadequada, é agora necessário avaliar as vacinas para que a qualidade seja atestada.

O município, que tem 19 mil habitantes, tinha recebido 479 doses de vacinas contra a covid-19 desde o dia 19 de janeiro.

De realçar que num vídeo divulgado pela prefeitura municipal de Rio Bananal, na quinta-feira, a coordenadora do plano de vacinação da cidade conta que tinha sido informada que o edifício do centro de vacinação estava sem energia e que as arcas congeladoras estavam a apitar. No local, a coordenadora acabou por perceber que as arcas estavam desligadas e que os itens armazenados estavam descongelados.

''Estava cheia das vacinas, não só das vacinas de covid-19, mas também todas as vacinas do município estavam sendo armazenadas aqui por segurança e a temperatura delas já estava em 23 graus, totalmente estragado", rematou Márcia Venturim.

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