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12 de janeiro de 1972. O busto que encantou Howard Hughes na cadeira do dentista

12 de janeiro de 1972. O busto que encantou Howard Hughes na cadeira do dentista

Afonso de Melo 12/01/2021 08:58

Noah Dietrich chocou o público ao revelar como o excêntrico milionário norte-americano saiu de mais uma depressão profunda e de um tempo de reclusão graças aos seios da jovem Jane Russell – fez questão de que fossem mais proeminentes do que a carreira da atriz.

Howard Hughes era rico. Muito, muito rico. Por isso, podia ser o que queria. Escolheu ser excêntrico. Já não escolheu ser um obsessivo-compulsivo. Isso estava-lhe nos genes. De tempos a tempos desaparecia do mapa da sociedade dos Estados Unidos dos anos 50 e 60. Fugia de tudo e de todos, escondia-se como um eremita, fazia com que, em seu redor, as perguntas se acumulassem, que o mistério se propagasse e que toda a gente andasse, de um lado para o outro, a inventar coisas sobre si.

Noah Dietrich foi uma espécie de sua sombra durante 30 anos. Algo de fantástico se pensarmos que Hughes, objetivamente, não gostava de quem quer que fosse. E, no entanto, foi capaz de dizer sobre Noah: “Noah, I can’t exist without you!” Um exagero, como está bom de ver. Mas Howard era a personificação do exagero.

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