28/1/21
 
 
Rodrigo Alves Taxa 08/01/2021
Rodrigo Alves Taxa

opiniao@newsplex.pt

2021. Mudamos ou morremos

Que 2021 seja o ano que marca o abrir de olhos da sociedade portuguesa face ao mal que este Governo, este Presidente e as esquerdas unidas nos estão diariamente a fazer. Sem medos. Combatendo os fantasmas dos racismos, das extremas-direitas, das xenofobias e de tantos outros disparates que não existindo apenas são agigantados para baralhar o povo.

Pese embora no momento a que sai este artigo estejamos já no oitavo dia deste novo ano, atendendo a que é a primeira vez que nele me dirijo aos leitores do Jornal I, permitam-me começar por desejar a toda a sua brilhante equipa e a todos os seus leitores e portugueses em geral um feliz ano novo em que realmente, pese embora todas as limitações que vivemos, não falte a todos, saúde.

Registado este genuíno desejo começo o meu ano articular debruçando-me sobre o maior desafio que o mesmo nos apresentará. O desafio de exercer a mudança. Não antevendo eu, ao contrário do que o Governo tanto apregoa, que 2021 venha a ser o ano em que voltemos a ter as nossas vidas tal como até ao surgimento da pandemia sempre tivemos, é chegada a hora de mudar de rumo. Para que tal aconteça não podemos desistir de nós, não podemos desistir de ter esperança em nós, não podemos desistir do país e não podemos desistir de ter esperança no nosso país.

O momento que o mundo atravessa é difícil, dificuldade essa ainda maior para Portugal atendendo a que a pandemia apenas veio acelerar a destruição de um país que mesmo antes de si já para lá caminhava. Andámos demasiados anos a acreditar na canção do bandido. Andámos demasiados anos a mascarar as nossas dificuldades com maquilhagem incapaz de mitigar os sempre tão severos danos do tempo. Andámos demasiados anos iludidos com um conjunto de governantes que publicitando diariamente maravilhas infindáveis apenas nos foram mantendo distraídos da sua real incompetência. Estando nós a começar um novo ano, não há ninguém que possa com rigor avançar como o mesmo venha a acabar. Porém estou certo que este ano será determinante para o país e para o que possa representar um avanço no seu desenvolvimento ou amarração a uma estagnação já por demais insustentável.

Dia 24 de Janeiro teremos eleições presidenciais. Pouco depois teremos eleições autárquicas. E não menos rapidamente surgirão eleições legislativas porque o (des)governo que infelizmente ainda se encontra ao leme do país apenas já só faz figura de corpo presente. Portugal necessita de romper com o passado e pugnar por um futuro digno que permita aos portugueses acreditar que vale a pena lutar pelo amanhã. Mas para isso são necessárias profundas alterações na estrutura política portuguesa sendo o rol de eleições com que vamos conviver o momento exacto para que tal necessidade se materialize no concreto.

Portugal precisa de uma nova presidência da república. Portugal precisa de um novo Governo livre e longínquo das esquerdas unidas que tão violentamente nos vão ofuscando o raiar do novo dia com a cegueira ideológica que lhes é inerente. Portugal precisa de uma renovação, de novos actores políticos, de um elemento aglutinador que seja a força motriz do Portugal futuro. Saibamos todos dar o nosso contributo para que tal aconteça.

Que 2021 seja o ano que marca o abrir de olhos da sociedade portuguesa face ao mal que este Governo, este Presidente e as esquerdas unidas nos estão diariamente a fazer. Sem medos. Combatendo os fantasmas dos racismos, das extremas-direitas, das xenofobias e de tantos outros disparates que não existindo apenas são agigantados para baralhar o povo, criar o medo na sua cabeça e assim poderem alguns continuar e espartilhar esta tão nobre nação aos seus próprios e únicos interesses.

A mudança deve começar no próximo dia 24 e sobre isso dissertarei de hoje a oito dias.


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