26/1/21
 
 
Vítor Rainho 27/11/2020
Vítor Rainho

vitor.rainho@ionline.pt

Transportes públicos. Uma divisão bizarra

Já não basta os governantes que não podem ficar com determinadas pastas devido às incompatibilidades profissionais do passado (presente) como um setor, o dos transportes públicos, estar partido ao meio.

A propósito de uma gafe que cometi ontem na secção do Semáforo, na última página, recebi um esclarecimento de que o ministro Pedro Nuno Santos nada tem a ver com “a rede de expressos, bem como os restantes autocarros”, que estão na tutela do ministro do Ambiente, João Matos Fernandes. Dizia eu que é lamentável que a Rede Expresso esteja fechada durante os próximos fins de semana e que ninguém diga nada, já que muitos trabalhadores vão ficar sem o seu meio de transporte para se deslocarem para o trabalho e, depois, para casa.

A gafe, pois atribuí a responsabilidade ao ministro das Infraestruturas e Habitação, acabou por me levar a um campo que é bem demonstrativo de como este país é uma bizarria. O ministro do Ambiente tem a responsabilidade dos transportes rodoviários e fluviais e o ministro das Infraestruturas ocupa-se da TAP e da CP. Isto faz algum sentido? Não me parece, apesar de noutros tempos já ter havido tais divisões, segundo consta.

Já não basta os governantes que não podem ficar com determinadas pastas devido às incompatibilidades profissionais do passado (presente) como um setor, o dos transportes públicos, estar partido ao meio.

Leia o artigo completo na edição impressa do jornal i. Agora também pode receber o jornal em casa ou subscrever a nossa assinatura digital.


Iniciar Sessão
Esqueceu-se da sua password?

×
×

Subscreva a Newsletter do i

×

Pesquise no i

×