1/12/20
 
 
José Cabrita Saraiva 17/11/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@ionline.pt

Para que servem todas estas estatísticas?

De que serve ao português comum – que talvez nem tenha muita queda para a matemática — saber se há mais três mil ou cinco mil infetados, mais 60 ou 71 mortos, senão para satisfazer uma certa curiosidade mórbida? 

Nunca fui grande apologista das conferências de imprensa diárias sobre a covid-19. Uma coisa seria servirem para dar instruções, recomendações, dicas úteis à população – mas mesmo essas nunca seriam assim tantas que justificassem uma comunicação diária. Outra coisa é resumirem-se praticamente, como acontece, a um bombardeamento de números e de estatísticas. Quantos mortos, quantos infetados, quantos internados, quantas camas disponíveis... Para os especialistas, para quem está nos hospitais ou nos centros de decisão, essas informações serão com certeza relevantes. Mas de que serve ao português comum – que talvez nem tenha muita queda para a matemática — saber se há mais três mil ou cinco mil infetados, mais 60 ou 71 mortos, senão para satisfazer uma certa curiosidade mórbida? O que significam verdadeiramente esses números? 

Leia o artigo completo na edição impressa do jornal i. Agora também pode receber o jornal em casa ou subscrever a nossa assinatura digital.


Especiais

Iniciar Sessão
Esqueceu-se da sua password?

×
×

Subscreva a Newsletter do i

×

Pesquise no i

×