24/1/21
 
 
José Cabrita Saraiva 12/11/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@ionline.pt

Gonçalo Ribeiro Telles: o éden ao alcance de todos

Empreiteiros pouco conscienciosos fizeram nascer prédios com mais de dez andares em encostas, em leitos de cheia, nos sítios mais inacreditáveis. 

A notícia da morte do arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, aos 98 anos, oferece-nos uma nova oportunidade para dar ouvidos a alguns dos princípios que o grande arquiteto paisagista advogou em vida.

Paladino de um equilíbrio virtuoso entre o homem e a natureza, defendeu mais zonas verdes nas cidades e maior ocupação humana das zonas rurais. Toda a gente se lembra dos seus argumentos a favor das hortas urbanas ou acerca da importância da pastorícia, por exemplo, na prevenção de incêndios.

Infelizmente, o nosso país não é propriamente um exemplo de bom ordenamento do território, temos de reconhecer. Sobretudo no pós-25 de Abril, construiu-se sem rei nem roque. Empreiteiros pouco conscienciosos fizeram nascer prédios com mais de dez andares em encostas, em leitos de cheia, nos sítios mais inacreditáveis. No campo, o panorama não é muito melhor – o êxodo para os centros urbanos deixou muitas aldeias vazias e terras ao deus-dará.

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