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3 de novembro de 1962. Caçaram o maldito fungo da Maldição dos Faraós

3 de novembro de 1962. Caçaram o maldito fungo da Maldição dos Faraós

Afonso de Melo 04/11/2020 08:40

Dois cientistas egípcios da Universidade do Cairo trouxeram a público um estudo profundo sobre o principal responsável pelas mortes de tantos arqueólogos que investigaram sepulturas milenares.

Ninguém sabe onde nasceu. Mas não são assim mesmo, as lendas? A Maldição dos Faraós propagou-se definitivamente a partir do momento em que Howard Carter, o arqueólogo que descobriu o túmulo de Tutancámon, deu de caras com uma placa de argila que continha uma ameaça bem direta: “A morte virá com o seu tridente atacar aqueles que perturbarem o repouso do faraó!” Carter, patrocinado pela generosa fortuna de lorde Carnarvon, abriu a tumba do que ficou conhecido como o faraó-menino no dia 16 de fevereiro de 1923, perante as autoridades egípcias.

Na primavera desse mesmo ano, lorde Carnarvon, que se tinha instalado no Cairo para seguir de perto os trabalhos de Carter, cortou-se com a lâmina enquanto se barbeava. O corte foi precisa e cirurgicamente em cima de uma bolha provocada anteriormente por uma picada de mosquito. A infeção que se seguiu foi tão devastadora como fatal: no dia 5 de abril, George Edward Stanhope Molyneux Herbert, 5.o conde de Carnarvon, estava morto.

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