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Acidentes nas estradas diminuíram nos primeiros nove meses do ano

Acidentes nas estradas diminuíram nos primeiros nove meses do ano

João Girão Jornal i 30/10/2020 10:16

Valores revelam melhoria comparativamente ao período homólogo de 2019.

Nos primeiros nove meses do ano registaram-se 19.214 acidentes com vítimas em Portugal continental, uma melhoria face ao período homólogo de 2019, com menos 7.092 acidentes, segundo o relatório de Sinistralidade e Fiscalização Rodoviária de setembro de 2020, divulgado esta sexta-feira pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

De acordo com documento, de janeiro a setembro deste ano, dos 19.214 acidentes registados resultaram 299 óbitos, 1.356 feridos graves e 22.406 feridos leves. Estes valores revelam uma melhoria nos principais indicadores de sinistralidade, comparativamente com o período homólogo de 2019 - verificaram-se menos 7.092 acidentes com vítimas (-27,0%), menos 61 vítimas mortais (-16,9%) menos 408 feridos graves (-23,1%) e menos 9.559 feridos leves (-29,9%).

O relatório revela ainda que a colisão foi a natureza de acidente mais frequente (51,1% dos acidentes com vítimas, 44,2% dos feridos graves e 55,5% dos feridos leves), apesar do maior número de vítimas mortais ter resultado de despistes (47,5%).  Face ao período homólogo de 2019, nesta última tipologia de acidente verificou-se uma redução de 25 vítimas mortais e de 91 feridos graves.

Em atropelamentos registaram-se o mesmo número de vítimas mortais e menos 141 feridos graves e observou-se uma diminuição de 36 vítimas mortais e de 176 feridos graves em acidentes de despiste.

Segundo o documento, 67,6% do total de vítimas mortais eram condutores, 15,7% passageiros e 16,7% peões.

No caso dos feridos graves, a proporção foi maior, para os condutores (68,1%) e passageiros (17,9%) enquanto foi menor no caso dos peões (13,9%). "Em comparação com o período homólogo, verificou-se uma melhoria extensiva a todas as categorias de utente, com especial destaque para o número de condutores mortos (-30,9%) e de peões gravemente feridos (-45,2%)”, frisa a ANSR.

 

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