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TAP. Sindicato dos tripulantes constitui equipa para reestruturação

TAP. Sindicato dos tripulantes constitui equipa para reestruturação

Jornal i 26/10/2020 20:04

Essa equipa de trabalho irá "assegurar uma colaboração efetiva do sindicato na construção de uma solução que ajude à viabilização da empresa, com o menor impacto possível em termos da sua atividade futura".

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) decidiu constituir uma equipa de trabalho multidisciplinar para acompanhar reestruturação da TAP, de acordo com um comunicado enviado aos associados, avançou a Lusa.

A direção do SNPVAC diz que não poderia "aceitar que este processo de reestruturação" lhe "seja apresentado como um facto consumado" sem serem ouvidas "as estruturas representativas dos trabalhadores".

"Na ausência de qualquer informação sobre a evolução do processo por parte da empresa, a direção tomou a iniciativa de constituir uma equipa de trabalho multidisciplinar", refere a estrutura sindical.

Essa equipa de trabalho, explicou o SNPVAC, irá "assegurar uma colaboração efetiva do sindicato na construção de uma solução que ajude à viabilização da empresa, com o menor impacto possível em termos da sua atividade futura", bem como "minimizar o impacto da reestruturação nas condições profissionais" dos tripulantes.

Além disso, com esta equipa, o sindicato pretende "garantir que os eventuais sacrifícios são repartidos de forma justa, equilibrada e transversal a todos os grupos profissionais" e manter os associados "informados de todas as opções ponderadas e do conteúdo do plano de reestruturação", lê-se na mesma nota.

O SNPVAC assegura que, para os tripulantes de cabine, "a reestruturação iniciou-se em março", com a "não renovação dos contratos a termo, que já afetaram mais de 500 tripulantes até à presente data, sendo que totalizará cerca de 1.000 tripulantes até final de março de 2021, segundo informação da própria TAP".

A estrutura sindical criticou ainda "o congelamento das progressões salariais e das progressões técnicas", bem como o "prejuízo da não inclusão de prestações retributivas sujeitas a contribuições para a Segurança Social na compensação paga durante o período de 'lay-off'".

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