30/11/20
 
 
José Cabrita Saraiva 22/10/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@ionline.pt

A melhor intervenção de Rio desde que é líder do PSD

Em jeito de conclusão quase matemática, mostrou por A + B porque os sociais-democratas não podiam fazer outra coisa que não votar contra a proposta do PS.

O líder do PSD fez ontem porventura a sua melhor intervenção desde que assumiu o cargo em fevereiro de 2018.

No anúncio do sentido de voto do PSD relativamente ao Orçamento do Estado para 2021, Rio foi assertivo sem ser agressivo, contundente sem ser deselegante, duro sem ser injusto.

Numa primeira parte do seu discurso, fez um breve retrato da situação do país nos últimos anos – um retrato pouco animador, diga-se, mas que percebemos ser realista. Em seguida, revelando estar bem preparado, explicou o que o PS fez mal no momento que atravessamos e o que o PSD teria feito de diferente. No final, em jeito de conclusão quase matemática, mostrou por A + B porque os sociais-democratas não podiam fazer outra coisa que não votar contra a proposta do PS.

A forma como Rio desmontou certas opções e “facilitismos” do Governo – em especial a preocupação com o imediato que obriga a deixar para segundo plano o essencial – constituiu um resumo eloquente do consulado de António Costa. Ao mesmo tempo, foi deixando algumas ideias aqui e ali. Resumindo:_afirmou-se como talvez nunca tenha feito antes, como líder da oposição e

 

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