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Vítor Rainho 13/10/2020
Vítor Rainho

vitor.rainho@ionline.pt

Seguir o exemplo da NBA

Comecemos por um aspeto fundamental: os jogadores são pagos para jogar e só mesmo em último caso é que são suspensos.

Sou um fã do basquetebol da NBA e penso que muitos outros desportos e empresas podiam aprender com o melhor que se faz nos EUA. Comecemos por um aspeto fundamental: os jogadores são pagos para jogar e só mesmo em último caso é que são suspensos. Para os organizadores é impensável um craque não jogar um jogo, quanto mais a final, por ter tido um comportamento incorreto/ violento. A solução passa, regra geral, por uma pesada multa – só em casos extremos é que há uma efetiva suspensão. No mundo do futebol, quantas vezes em mundiais de seleção ou nas competições europeias de clubes, os jogadores não ficam impossibilitados de jogar porque viram um segundo cartão amarelo? Muitas vezes, em jogos decisivos que terão milhões de espetadores, mas que teriam mais se esses craques pudessem jogar. Um disparate total. Durante a fase final da NBA, ganha pelos Los Angels Lakers, do mágico LeBron James, as bancadas do pavilhão eram animadas por espetadores virtuais, dando um colorido surreal a quem via de casa. Quanto aos contratos dos jogadores, há um teto máximo e mínimo para cada equipa.

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