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Alojamento universitário.siga este roteiro para fazer a melhor escolha

Alojamento universitário.siga este roteiro para fazer a melhor escolha

Sónia Peres Pinto 25/09/2020 08:48

Os preços tanto das casas como dos quartos continuam altos, apesar da pandemia. E o mercado destinado aos estudantes universitários não fica alheio a esta tendência que se vive no setor. Selecionar as opções mais interessantes e calcular o valor das despesas e dos gastos em transportes são alguns dos aspetos que deve ter em conta no momento da escolha. Para evitar verdadeiras dores de cabeça, siga estas dicas.

Onde encontrar alojamento?

Depois da entrada na universidade, a preocupação seguinte é encontrar alojamento. E o mesmo se aplica a quem já está na universidade, mas simplesmente quer mudar de casa ou quarto. Claro que só se aplica a quem vai estudar para fora da sua cidade. A primeira tarefa a fazer é avaliar a sua disponibilidade financeira, ou seja, identificar qual o valor máximo que tem disponível para gastar. Ao mesmo tempo, identifique o nível de privacidade que procura e analise as despesas que estão incluídas. Por fim, mas não menos importante, a acessibilidade – ou seja, quanto tempo vai demorar em deslocações entre casa e a faculdade. Não se esqueça que desde o ano letivo anterior passou a ser possível deduzir as rendas pagas pelos estudantes deslocados na categoria “despesas de educação”.

 

A Residência universitária é uma opção viável?

O alojamento numa residência universitária é uma alternativa, mas nem sempre é possível encontrar vaga e, muitas vezes, esta solução nem é a mais económica. Depois de apresentar a candidatura nos Serviços de Ação Social, o acesso e o valor dependem dos rendimentos declarados pelo agregado familiar. Feitas as contas à elevada procura e à reduzida oferta, as residências acabam por ter poucas vagas. A explicação é simples: a maioria das instituições acabam por só conseguir dar resposta a bolseiros e a estudantes de intercâmbios. Aliás, a falta de vagas tem levado várias associações de estudantes a reclamarem mais alojamentos universitários e a regulação do mercado, pois os estudantes que não têm direito a bolsa são obrigados a procurar as alternativas que restam – alugar um quarto, arrendar uma casa ou ficar numa residência privada. As residências podem ser masculinas, femininas ou mistas e têm número limitado de vagas.

 

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