26/9/20
 
 
José Cabrita Saraiva 15/09/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@ionline.pt

O filósofo, o traficante de escravos e o Van Gogh chinês

Custa a perceber de que forma é que um comentário que hoje consideramos moralmente errado – mas que estava de acordo com o pensamento dominante na época – diminui retroativamente um homem ou a sua obra, mas os responsáveis da universidade escocesa lá o saberão.

Um amigo especialmente atento à discussão em curso tem partilhado no Facebook algumas notícias sobre os mais recentes desenvolvimentos das questões ligadas ao racismo, em especial no meio académico internacional. Há dias foi a Universidade de Edimburgo que retirou de um edifício o nome do distinto filósofo do séc. XVIII David Hume devido às suas convicções acerca da superioridade da raça branca.

Custa a perceber de que forma é que um comentário que hoje consideramos moralmente errado – mas que estava de acordo com o pensamento dominante na época – diminui retroativamente um homem ou a sua obra, mas os responsáveis da universidade escocesa lá o saberão. Em todo o caso, diga-se em abono da verdade que o edifício que tinha o nome de Hume também não era especialmente bonito.

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