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Vítor Rainho 01/09/2020
Vítor Rainho

vitor.rainho@ionline.pt

Choque frontal entre Graça Freitas e o Presidente

Que os partidos ataquem o Presidente da República, que dirigentes socialistas também o façam, percebe-se, agora uma funcionária do Estado não se pode dar a esse luxo. 

A diretora-geral de Saúde tem-se mantido no cargo, apesar de todas as polémicas que teve de enfrentar, fosse com o presidente da Câmara do Porto ou com outros autarcas. O Governo sempre defendeu a simpática diretora-geral, mas agora a história é outra. Ao fazer um comunicado no domingo, que mais não foi do que desmentir o Presidente da República que exigia que se tornassem públicas as regras para a Festa do Avante!, Graça Freitas colocou-se numa posição insustentável, pois já ontem teve de revelar as tais regras que tinha entregue ao PCP, organizador do evento. Que os partidos ataquem o Presidente da República, que dirigentes socialistas também o façam, percebe-se, agora uma funcionária do Estado não se pode dar a esse luxo. Marcelo Rebelo de Sousa exigia, e bem, que a Direção-Geral de Saúde revelasse, com toda a transparência, as regras de segurança para festa do Seixal, mas Graça Freitas escondeu-se atrás das decisões anteriores para não o fazer – em menos de 24 horas foi obrigada a “retratar-se”, mas já era tarde.  

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