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José Cabrita Saraiva 27/08/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@ionline.pt

Você compraria heroína para o seu filho?

Estarei a exagerar? Não sou eu que o digo, mas especialistas como um investigador da Universidade de San Francisco, que conduziu um estudo com 135 estudantes que chegou a essa conclusão terrível: os smartphones são mais viciantes que a heroína.

Alguns de nós já terão ouvido histórias dramáticas de pais de toxicodependentes que chegaram a ir aos lugares mais sórdidos comprar droga para os seus filhos. Ouvimos esses relatos com um misto de espanto, terror e comiseração, imaginando que nenhum pai merece isso.

Creio que, felizmente, são hoje muito menos os que consomem drogas pesadas como a heroína, cujos malefícios são bem conhecidos de toda a sociedade. E, por isso, situações idênticas tornaram-se-nos quase inconcebíveis.

Mas há outro tipo de drogas, perfeitamente legais, cujo consumo não é apenas tolerado: é estimulado. Refiro-me aos tablets e telemóveis.

Estarei a exagerar? Não sou eu que o digo, mas especialistas como um investigador da Universidade de San Francisco, que conduziu um estudo com 135 estudantes que chegou a essa conclusão terrível: os smartphones são mais viciantes que a heroína.

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