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Vítor Rainho 13/08/2020
Vítor Rainho

vitor.rainho@ionline.pt

Javalis, gaivotas e os burocratas do Terreiro do Paço

Ilda só queria “matar a bicharada”, segundo disse, mas acabou por provocar um incêndio de grandes proporções. 

Ao ler a história de Ilda Vieira, a mulher acusada de ter ateado o fogo em Rio Caldo, Terras de Bouro, Gerês, lembrei-me de um caso muito antigo passado nas Berlengas, mas já lá vamos.

Primeiro falemos de Ilda Vieira. Segundo conta o JN, a mulher pôs fogo à vegetação que cercava a sua habitação, e onde guardava o gado, para afastar javalis e corças, que atraem lobos que matam o seu gado. Ilda só queria “matar a bicharada”, segundo disse, mas acabou por provocar um incêndio de grandes proporções. Como é sabido, os especialistas do Terreiro do Paço determinaram que os javalis, que destroem culturas, são uma espécie protegida e quem os matar fora de determinadas épocas acaba por pagar uma multa altíssima. Com essa medida conseguiram que até apareçam javalis em praias do Sado, por exemplo. E é aqui que entra a história das Berlengas. 

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