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Campeões. A triste festa do Football Champagne...

Campeões. A triste festa do Football Champagne...

DR Afonso de Melo 11/08/2020 09:50

Criada por dois jornalista do L’Équipe, a Taça dos Campeões Europeus parecia ter sido feita à medida do fantástico Stade de Reims.

Quando Jacques Ferran e Gabriel Hanot, jornalistas do L’Équipe, deitaram mãos à obra e ergueram aquela que ficou conhecida porTaça dos Campeões Europeus, tinham uma esperança muito concreta de que o primeiro vencedor dessa competição tão francesa, benza-a Deus, fosse o Stade de Reims, o grande dominador do campeonato do Hexágono a partir dos anos 50, conquistando seis títulos em dez possíveis. Um pouco por toda a Europa se ouviu falar do Football Champagne de uma equipa treinada por um homem que fez toda a sua carreira de jogador na equipa deReims e depois foi seu treinador durante 13 anos: Albert Batteaux.

Albert era um apaixonado pelo futebol ofensivo. Em 1953, o Stade deReims conquistou a sua primeira glória internacional ao vencer a Taça Latina, em Lisboa (Lisboa parece querer ficar intimamente ligada a finais de competições europeias, como hoje por hoje se percebe), frente aoMilan, por 3-0. Em 1955 voltaria a estar na final, mas desta vez sendo batido pela sua besta negra (ou será melhor dizer branca?), oReal Madrid, no Parque dos Príncipes, emParis, por 0-2. Nada que fizesse abalar uma equipa extraordinária que tinha jogadores da categoria de Raymond Kopa, Just Fontaine, Dominique Colonna, Robert Jonquet, Jean Vincent e Roger Piantoni. O seu estilo de jogo era borbulhante: uma mistura de passes curtos e tabelinhas rápidas, ao primeiro toque, seguidas de cavalgadas súbitas até às redes

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