17/1/21
 
 
Afonso de Melo 10/08/2020
Afonso de Melo

afonso.melo@ionline.pt

De Londres, sem amor

Eu fazia horas para o comboio de Sheffield onde Portugal se estreava, no dia seguinte, frente à Dinamarca. Por conseguinte: perdia-me. Tranquilo, de pijama, um homem lia o jornal à porta da Littlewoods enquanto o movimento na Oxford Street ia redobrando na procissão de gente a caminho das ruas estreitas do Soho. 

O Europeu começou em Wembley, com o Inglaterra-Suíça, e tal como a Inglaterra esperava que todos cumprissem o seu dever, cumpri o meu e estava em Londres nesse final de tarde de sábado, 8 de junho. Havia um calor húmido, pegajoso na madrugada que se seguiu. Em redor de St. Pancras e Kings Cross, a cidade ganhava tons soturnos de uma pobreza incomodativa. Eu fazia horas para o comboio de Sheffield onde Portugal se estreava, no dia seguinte, frente à Dinamarca. Por conseguinte: perdia-me. Tranquilo, de pijama, um homem lia o jornal à porta da Littlewoods enquanto o movimento na Oxford Street ia redobrando na procissão de gente a caminho das ruas estreitas do Soho. 

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