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José Cabrita Saraiva 05/08/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@ionline.pt

Uma humilhação desnecessária

Anteontem, na apresentação, Jesus disse que era hoje um treinador diferente, mas mostrou também que a sua personalidade não mudou. 

O regresso de Jorge Jesus dividiu muito as opiniões entre as hostes benfiquistas. Aqueles que já não gostavam do carismático treinador não passaram a gostar; e muitos dos que gostavam deixaram de gostar. Há quem não lhe perdoe as atitudes por vezes provocatórias que assumiu quando orientava o Sporting.

Anteontem, na apresentação, Jesus disse que era hoje um treinador diferente, mas mostrou também que a sua personalidade não mudou. E fez questão de frisar que a sua “lealdade” (a expressão é minha) ao Benfica não é eterna. “Não sou treinador de nenhuma equipa”, afirmou, como quem diz que hoje está no Benfica mas amanhã pode ir para um rival. No Seixal, em 2020, Jesus acentuou a sua ambição, a sua autonomia e o seu profissionalismo; há cinco anos, ao chegar a Alvalade, mostrara paixão, devoção e emoção.

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