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Primeiro-ministro libanês declara um dia de luto nacional. Explosões terão tido origem em material explosivo em armazém

Primeiro-ministro libanês declara um dia de luto nacional. Explosões terão tido origem em material explosivo em armazém

AFP Jornal i 04/08/2020 20:02

Georges Kettaneh, da Cruz Vermelha Libanesa, disse que há “centenas de baixas”, incluindo mortos e feridos. De acordo com agência estatal de notícias, só ao Centro Médico LAU-Hospital Rizk, no centro de Beirute, chegaram mais de 400 pessoas feridas. 

Um oficial de segurança libanês confirmou que as explosões que abalaram esta terça-feira Beirute, a capital do Líbano, podem ter tido origem em materiais explosivos confiscados e armazenados há vários anos na zona portuária.

"Parece que há um armazém que contém materiais confiscados há vários anos. Parece que alguns desses materiais eram muito explosivos", disse o diretor-geral da Segurança Geral do Líbano, Abbas Ibrahim. "Os agentes estão a realizar uma investigação e dirão qual é a natureza do incidente", acrescentou, afastando a teoria de que se possa tratar de um ataque ou bombardemento com origem em Israel.

O porto de Beirute, onde terão tido origem as explosões, foi isolado pelas forças de segurança. O incidente deixou um rastro de destruição e já levou o Presidente libanês, Michel Aoun, a convocar uma reunião de urgência do Conselho Supremo de Defesa. Entretanto, também o primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, declarou um dia de luto nacional na quarta-feira.

O ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hassan, afirmou, esta terça-feira, que a explosão na zona portuária do centro de Beirute provocou, pelo menos, 73 vítimas mortais, em declarações aos orgãos de comunicação nacionais, à porta de um dos hospitais que recebeu muitos dos afetados pela explosão. O ministro revelou ainda que há registo de 3.700 pessoas feridas até ao momento.

De acordo com agência estatal de notícias, só ao Centro Médico LAU-Hospital Rizk, no centro de Beirute, chegaram mais de 400 pessoas feridas. O hospital alerta que não há camas suficientes para a quantidade pessoas que estão a necessitar de cuidados médicos.

 

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